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'Todas as opções estão sobre a mesa', diz Trump sobre Coreia do Norte

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (29) que "todas as opções estão sobre a mesa" após a Coreia do Norte voltar a desafiar a comunidade internacional com um lançamento de um míssil que sobrevoou o norte do Japão.

De acordo com Trump, o disparo norte-coreano aumenta o isolamento do regime "na região e entre todas as nações do mundo".

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"O mundo recebeu a mais recente mensagem da Coreia do Norte em alto e bom som: esse regime sinalizou seu desprezo por seus vizinhos, por todos os membros da ONU e pelos padrões mínimos aceitáveis para comportamento internacional", disse Trump em comunicado divulgado pela Casa Branca. "Todas as opções estão sobre a mesa", afirmou.

Mais cedo, Trump conversou por telefone com o premiê do Japão, Shinzo Abe, onde ambos acordaram em aumentar a pressão sobre Pyongyang. Para o japonês, o míssil trata-se de uma "ameaça grave e sem precedentes".

Na noite desta segunda (de Brasília), a Coreia do Norte disparou projétil que atravessou a ilha japonesa de Hokkaido. O artefato se desfez em pedaços antes de cair no mar.

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O lançamento deve ser tema de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU nesta terça (29), segundo o embaixador de desarmamento dos EUA, Robert Wood. Ele disse que Washington ainda precisa fazer "análises adicionais" do míssil que atravessou Hokkaido.

A China e a Rússia também se manifestaram sobre o episódio e pediram cautela para as partes envolvidas.

Apesar da pressão internacional, a Coreia do Norte afirmou nesta terça (29) que o país tem "direito à autodefesa" ante as "intenções hostis" dos Estados Unidos. O regime acusou o país norte-americano de conduzir a península coreana a "um nível extremo de explosão".

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"Agora que os Estados Unidos declararam abertamente sua intenção hostil contra a Coreia do Norte, travando agressivos exercícios militares conjuntos apesar de repetidos avisos, meu país tem toda a razão em responder com duras contramedidas, como um exercício de seu direito de autodefesa", disse o embaixador da Coreia do Norte, Han Tae Song, à Conferência de Desarmamento da ONU.

Na semana passada, a Coreia do Norte já havia criticado exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul, que estão em andamento. A tensão entre os norte-coreanos e Washington, entretanto, se intensificou em julho, após o ditador Kim Jong-un realizar testes de mísseis intercontinentais.

Na época, Trump chegou a dizer que o país vai responder com "fogo e fúria" caso Pyongyang faça novas ameaças.

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"Os Estados Unidos serão os responsáveis pelas consequências catastróficas que se desencadearão", disse Song nesta terça (29).

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