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'Não sou um mostro', diz jovem que agrediu professora em escola de SC

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O adolescente de 15 anos que agrediu a professora Marcia Friggi, na última segunda-feira (21), em uma escola de Indaial (SC), afirmou em entrevista do Fantástico, da TV Globo, que se arrepende da agressão.

"Quero mostrar para as pessoas que não sou um monstro. A única coisa que tenho a dizer é que estou arrependido. Isso não deveria ter acontecido", afirmou o jovem que já tinha histórico de violência e teve agora a internação decretada pela Justiça pelo período de 45 dias. Ele, no entanto, está foragido.

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O caso ganhou repercussão após a professora postar uma foto que mostra seu olho roxo e inchado nas redes sociais. "Infelizmente, isso [agressão] não ocorre só comigo. Vários professores passam por esse problema diariamente. Não estou bem nem fisicamente, nem emocionalmente", disse à reportagem no dia seguinte à agressão.

De acordo com relato da professora à polícia, a agressão aconteceu no Ceja (Centro de Educação de Jovens e Adultos) da cidade. Era a primeira aula dela com o aluno. Marcia contou que o rapaz se irritou quando ela pediu para ele tirar o livro de cima das pernas e colocá-lo sobre a mesa de estudos. O aluno teria se recusado e a xingado.

Ainda segundo o depoimento, a professora pediu para o aluno se retirar da sala e ir até à direção. No caminho, segundo a educadora, o rapaz jogou o livro em sua direção, não a atingindo. A agressão aconteceu na sala da direção. Márcia diz ter levado três socos, a ponto de cair contra a parede.

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O rapaz diz que foi xingado pela professora antes da agressão. "Ela me chamou de 'fdp'. Daí, passou um filme meu e da minha mãe na cabeça e foi quando já vi a diretora atrás de mim, me segurando", disse ele ao Fantástico.

O adolescente já tem histórico de violência. Em um dos casos, ele teria agredido um colega de escola, respondeu a um processo judicial e teve que prestar serviços comunitários. Ele também foi acusado de agredir a própria mãe e ameaçado um conselheiro tutelar. À reportagem do Fantástico, a mãe do adolescente falou que ele convivia com violência dentro de casa. "Ele via o pai chegar bêbado, me batendo, me espancando. Ele também chegou a apanhar do pai, várias vezes, não foi só uma vez. Acho que isso mexe com ele, com certeza" disse.

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