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'A pessoa fica tão triste que chega a ser engraçada', diz Eri Jonhson sobre papel

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CRIS VERONEZ

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLAPRESS) - No ar como o bobo da corte Corinto, em "Belaventura", novela da Record, o ator Eri Jonhson?, 55, diz que não há diferença nenhuma entre trabalhar na emissora de Edir Macedo e trabalhar na Globo, onde ficou por 30 anos, até receber o convite para interpretar seu atual personagem.

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"A única coisa que difere é que agora estou fazendo uma novela medieval pela primeira vez, com um elenco pequeno. Isso é muito legal. Parece que você está fazendo uma série. Mas é tudo igual: silêncio no estúdio, gravando e valeu", diz.

Para o veterano, a emissora em que trabalha é o de menos. O que importa, de verdade, é a qualidade do papel. "Se não for bom, é muito chato", afirma.

Na trama, Corinto é responsável por distrair a família real. Mas, paradoxalmente, é um homem pessimista e até um pouco depressivo, desanimado com a vida. No entanto, segundo o ator, "existe um quê de graça em toda tristeza".

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"Às vezes a pessoa fica tão triste, que chega a ser engraçada. Meu personagem às vezes é duro, infantil e às vezes dá pena dele, não se envolve com o que está acontecendo em volta. Tenho vontade de carregá-lo no colo."

Apesar de ser mais um personagem engraçado em sua carreira, Johnson afirma que Corinto é diferente de tudo o que já fez. A prosódia da novela medieval é uma das dificuldades que o personagem lhe trouxe.

"O jeito de falar é preocupante. É diferente. Não tem o nosso linguajar. Não é uma cobrança tão rígida, mas tem que ter um critério. A gente não fala 'pra quê'. A gente fala 'para quê'", diz.

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PROGRAMA DE HUMOR

Durante a conversa com o "F5" da Folha de S.Paulo, o ator afirmou que terá um programa de humor e que "tem a impressão de que está chegando na Record para ficar".

O novo trabalho ainda não tem data certa para acontecer.

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"Mas pode anotar aí que vou fazer. Não tenho dúvidas quanto a isso. Tenho vontade de seja um programa tipo 'Sai de Baixo', com história e plateia, como se fosse uma peça de teatro por dia."

TEMA MEDIEVAL

Escrita por Gustavo Reiz e com direção-geral de Ivan Zettel, "Belaventura" se passa na Idade Média, por volta do século 15. É a primeira novela medieval da emissora.

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"É um período de aventuras de cavalheiros, do amor cortês, das decepções religiosas, da caça às bruxas, da peste negra e de todas essas histórias que já fazem parte do nosso imaginário. A literatura foi nossa grande referência: histórias do rei Arthur, Joana D'Arc, 'Os Três Mosqueteiros'... ", afirma Reiz.

O autor diz que apresentou dois projetos para a Record: um de novela contemporânea e outro de uma trama medieval.

"Para a minha surpresa, a medieval foi a escolhida. Acho que esse tema instiga a todos nós. Já tivemos novela medieval, colonial, bíblica, daqui a pouco temos uma futurista", brinca.

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