Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Votação de impeachment de Casares ganha data no Conselho Deliberativo do São Paulo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Conselho Deliberativo do São Paulo vai votar o impeachment de Julio Casares no dia 14 de janeiro, às 18h30, no MorumBis. A convocação da reunião extraordinária foi feita pelo presidente do órgão, Olten Ayres de Abreu Júnior, na noite desta terça-feira.

No encontro, Casares poderá se defender das acusações feitas no requerimento do processo. Ele é acusado de má gestão orçamentária, venda de atletas abaixo do valor de mercado e uso ilegal de camarote.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Depois, haverá a votação (secreta e apenas presencial). Para que seja aprovado, é preciso que o afastamento tenha voto favorável de maioria qualificada, dois terços do Conselho (177 votos). Isso iria impor um afastamento provisório do presidente.

Em até 30 dias após a votação do Conselho, uma Assembleia Geral de sócios do clube deverá ser instituída para ratificar a decisão do Conselho Deliberativo. Nesta instância, basta maioria simples.

O procedimento foi aberto por um pedido com 57 assinaturas (o mínimo era de 50). Entre os opositores de Casares, há o entendimento de que será difícil conquistar os votos necessários, mesmo diante do desgaste político vivido pelo dirigente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos motivos é o momento em que a reunião irá ocorrer, em janeiro, com parte dos conselheiros fora de São Paulo. Olten tinha até o dia 23 para convocar a reunião, cumprindo prazo de 30 dias após o recebimento do pedido de afastamento.

Nesta terça-feira, Casares teve respaldo do Conselho Consultivo, que emitiu parecer contrário ao impeachment. Na prática, o documento não é determinante, mas serve para embasar a discussão dos votos.

Se Casares for afastado no Conselho e pela Assembleia, ele é também banido do clube. Já em caso de renúncia, ele se mantém no Conselho Consultivo. Essa última situação é semelhante ao que viveu o ex-presidente Carlos Miguel Aidar. Em 2015, ele deixou o cargo, sob acusações de desviar recursos do clube.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline