Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Votação de impeachment de Augusto Melo tem data para retomada no Corinthians

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A votação do impeachment do presidente do Corinthians, Augusto Melo, será retomada após um intervalo de 126 dias da primeira reunião do Conselho Deliberativo. A convocação, feita nesta terça-feira, prevê a continuação para o dia 26 de maio.

A pauta prevê uma explanação de até 30 minutos do presidente da Comissão de Ética e Disciplina, Roberson de Medeiros. Na sequência, Melo terá também meia hora para apresentar sua defesa. Depois, será votada a destituição, seguida pelo anúncio do resultado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A retomada da votação ocorre em momento conturbado da política corintiana. O diretor de marketing, Edgard Soares, pediu demissão, um mês após demitir os superintendentes de marketing, Vinicius Manfredi, e comercial, Sandor Romanelli. Antes, o gerente Luís Otávio Costa também havia sido desligado.

O ídolo Dinei também deixou a coordenação da base do clube. "Falei com o presidente Augusto (Melo). Gratidão eterna pelo nosso presidente. Confio demais no Augusto, só no Augusto. As pessoas que cercam ele eu não confio", justificou o ex-jogador.

O clima com a torcida também já não é o mesmo. Após a reprovação das contas de 2024, os muros do Parque São Jorge foram pichados com manifestações e protestos contra o Augusto Melo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ambiente contrasta com o momento da primeira reunião, que teve protestos organizados pela Gaviões da Fiel, na parte de fora do Parque São Jorge, em apoio a Melo e acusações de que o processo era um golpe. Eles entoaram gritos contra Romeu Tuma Jr. e o ex-diretor de futebol Rubens Gomes, o Rubão.

Em 20 de janeiro, por 126 votos a 114, foi definido que o processo iria continuar. O resultado foi anunciado já às 23h20. A reunião, contudo, foi interrompida, pelo horário próximo de meia-noite.

Após a primeira aprovação, não havia consenso sobre quem poderia votar o impeachment. Houve quem argumentou que os que não votaram pela admissibilidade ficariam fora, o que representaria 62 votos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entretanto, integrantes do Conselho de Ética contrariaram o argumento. No edital, o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, cita que a convocação é válida para todos os conselheiros.

Para Augusto Melo, a votação do impeachment fere o estatuto do Corinthians. Isso porque a Comissão de Ética e Disciplina recomendou a suspensão da votação até o fim das investigações da Polícia Civil no caso da Vai de Bet, motivo apontado como justificativa para o impedimento. As averiguações estão em fase final.

A convocação de janeiro foi a terceira data para a discussão do tema. Inicialmente, a votação seria em 28 de novembro, mas foi remarcada após as autoridades citarem falta de segurança no local. Os membros voltaram a se reunir em 2 de dezembro, mas Augusto Melo conseguiu suspender a votação por meio de uma liminar, derrubada dez dias depois pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A votação a ser retomada é relativa ao primeiro de três processos de impeachment que Augusto Melo enfrenta. Além do pedido a partir do caso com a Vai de Bet, uma segunda solicitação foi feita pelo Conselho de Orientação (Cori).

O motivo deste segundo pedido foi "falta de clareza na apresentação de informações sobre as finanças do clube". O Cori apontou um aumento de R$ 829 milhões do passivo total do clube ao longo do primeiro ano de gestão de Augusto Melo. Segundo o balaço financeiro do Corinthians, a dívida total é de R$ 2,4 bi.

Já o terceiro pedido foi protocolado na última semana, por Paulo Roberto Bastos Pedro, integrante do Cori. Ele aponta, além do déficit de R$ 181,8 milhões e o aumento do endividamento, "infrações estatuárias e legais". Agora, a solicitação será analisada conforme o regimento interno do clube.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV