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Veríssimo escolheu o Santos antes da guerra e chega ambicioso: 'Vim para brigar por títulos'

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Não foram poucas as vezes que um ambicioso Lucas Veríssimo respondeu nesta terça-feira que chega ao Santos para ajudar o clube do coração. O zagueiro estava no futebol do Catar e aceitou o desafio de voltar a vestir a pesada camisa da equipe da Vila Belmiro em momento de turbulência nos últimos anos.

O reforço - ficou na reserva no clássico com o Corinthians, domingo - recebeu a camisa 4 das mãos de Alex, destaque da posição pelo clube no passado e mostrou ambição em contribuir para que a equipe dê novas voltas olímpicas. Retornar a jogar no Santos após cinco anos foi uma escolha pessoal.

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"Realmente tivemos algumas conversas, outros clubes interessados (o Corinthians entre eles), e isso é bom para o atleta, porém o Santos é minha casa, cresci aqui, dentro do Santos, meus filhos nasceram em Santos e é uma história que quero dar continuidade", explicou o reforço. "E no Santos, um clube gigante, sonho com títulos. Vim para brigar por títulos", afirmou o zagueiro.

Com a suspensão do ex-parceiro de defesa, Luan Peres, a estreia oficial pode ocorrer nesta quarta-feira e Veríssimo garante estar preparado. "Estou pronto, vinha jogando, estou com ritmo e já conversei com o professor. Teve uma guerra (ataques no Oriente Médio), e um a pausa longa, mas continuei trabalhando. Se depender da minha vontade, quero muito (jogar). Mas deixa para eles (integrantes da comissão técnica) decidirem."

Com preferência em atuar pela direita, Lucas Veríssimo garante estar preparado para "ajudar" o técnico Juan Pablo Vojvoda em qualquer esquema. O argentino usou três defensores no 1 a 1 com o Corinthians, na Vila Belmiro.

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"Joguei em linha de quadro, de cinco, como lateral, inclusive aqui no Santos, fiz bastante funções. Independentemente do que o professor escolher, você tem de se adaptar e me adapto fácil", garantiu. "O importante é ajudar o Santos. Colocar na cabeça que tem de ajudar o Santos, pois o Santos merece estar lá em cima (da tabela de classificação)."

O zagueiro aproveitou para explicar que não voltou ao Brasil por causa da guerra e sim, pelo amor ao Santos. "Passamos dias complicados, difíceis, uma situação nova, inusitada e que não desejo para ninguém. Dias de apreensão sem saber quando voltar para casa. Mas começamos a conversa antes de as bombas, os mísseis estourarem. Isso foi só um ponto a mais para querer 100% voltar, aqui é nossa casa e já estou me sentindo acolhido e importante", destacou.

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