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Senegal abandona campo na final, mas retorna e vence Marrocos na final da Copa Africana

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Senegal conquistou a Copa Africana de Nações pela segunda vez ao vencer Marrocos por 1 a 0 neste domingo no Estádio Príncipe Moulay Abdellah, em Rabat, em Marrocos. O gol do título foi marcado por Pape Gueye aos 4 minutos do primeiro tempo da prorrogação. A decisão foi marcada por muita confusão, e quase toda seleção campeã chegou a deixar o campo antes do fim do jogo descontente com a arbitragem.

Adversário de estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, Marrocos desperdiçou a chance de festejar o título diante de sua torcida quando Brahim Díaz cobrou um pênalti de forma bisonha no último lance do tempo normal. O jogador do Real Madrid tentou uma cavadinha, que foi facilmente defendida pelo goleiro Mendy.

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Sem gols, a decisão caminhava para a prorrogação quando aos 53 minutos do segundo tempo foi marcado um pênalti polêmico para os donos da casa, após intervenção do VAR. Em uma cobrança de escanteio a favor de Marrocos, Diouf agarrou e derrubou Brahim Diaz. O árbitro Ndala Ngambo nada marcou, mas foi chamado pelo VAR. Enquanto o árbitro revia o lance no vídeo, membros das duas delegações tentavam se aproximar para pressioná-lo.

Após o anúncio da marcação do pênalti, a partida ficou paralisada por cerca de 15 minutos, intervalo no qual praticamente todos os jogadores senegaleses se dirigiram para o vestiário, inconformados com a decisão da arbitragem. O atacante Sadio Mane permaneceu em campo e chamou os companheiros para encerrar a partida. No lance que poderia se consagrar como herói do título marroquino, Brahim Diaz bateu de maneira displicente, fraco e no centro do gol.

No início da prorrogação, Senegal roubou a bola na intermediária e armou o ataque. A bola chegou a Pape Gueye, que avançou em direção à área, venceu a marcação de Hakimi e chutou com força no ângulo esquerdo do goleiro Bono. Um golaço que selou o segundo título senegalês após a conquista de 2021 e manteve o jejum de Marrocos, que foi campeão em 1976.

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