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Sem brasileiros no comando: queda de Sylvinho na repescagem quebra marca histórica

Ciclo iniciado em 1930 chega ao fim após queda da Albânia; desde o primeiro Mundial, ao menos um técnico brasileiro esteve presente no torneio

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Sem brasileiros no comando: queda de Sylvinho na repescagem quebra marca histórica
Autor Técnico brasileiro, Sylvinho Campos - Foto: Reprodução/Instagram @sylvinho_campos

Pela primeira vez em quase um século de história, a Copa do Mundo não contará com um técnico brasileiro à frente de qualquer seleção. A marca histórica foi encerrada nesta quinta-feira (26), após a Albânia, comandada pelo brasileiro Sylvinho, ser eliminada pela Polônia na repescagem das Eliminatórias para o Mundial de 2026. Como a Seleção Brasileira é atualmente dirigida pelo italiano Carlo Ancelotti, Sylvinho era o único profissional do país com chances reais de garantir presença no torneio.

📰 LEIA MAIS: Repescagem define os últimos seis classificados para o Mundial na próxima semana

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A escrita de exportação de treinadores brasileiros durava desde a primeira edição da Copa, disputada no Uruguai em 1930. Ao longo das décadas, o Brasil sempre contou com ao menos um representante no comando técnico, fosse na própria equipe canarinho ou liderando nações estrangeiras. Nomes como Carlos Alberto Parreira, que treinou Kuwait, Emirados Árabes, Arábia Saudita e África do Sul, e Luiz Felipe Scolari, que comandou Portugal em 2006, ajudaram a consolidar essa hegemonia. Outros exemplos notáveis incluem Zico pelo Japão, Paulo César Carpegiani pelo Paraguai e Renê Simões com a Jamaica.

A queda da Albânia ocorreu em um confronto decisivo de jogo único contra os poloneses. O time de Sylvinho chegou a abrir o placar com Arber Hoxha, mas sofreu a virada com gols de Robert Lewandowski e Piotr Zielinski. Com o resultado de 2 a 1, a Polônia avançou para enfrentar a Suécia na etapa final da repescagem, enquanto os albaneses deram adeus ao sonho da classificação.

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Apesar da eliminação, a passagem de Sylvinho pela Albânia é considerada histórica. No cargo desde 2023, o treinador foi o responsável por levar o país à sua segunda Eurocopa, o que rendeu a renovação de seu contrato com o objetivo de buscar a vaga inédita no Mundial. Agora, a única possibilidade de o Brasil ter um técnico na Copa de 2026 seria uma eventual troca de comando em alguma seleção já classificada que optasse pela contratação de um profissional brasileiro às vésperas da competição.

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