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Presidente da Federação do Irã afirma que "boicote será aos Estados Unidos, não a Copa'

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A participação do Irã na Copa do Mundo deste ano, que terá como sedes os Estados Unidos, o México e o Canadá, continua em clima de suspense. Em meio ao estremecimento de relações entre o governo iraniano e americano por causa da guerra no Oriente Médio, a Federação iraniana continua dando sinais de que pretende fazer parte do torneio de seleções. "Vamos nos preparar. Vamos boicotar os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo", disse Mehdi Taj, presidente da entidade, em um vídeo divulgado pela agência de notícias Fars.

Nesta semana, a federação anunciou que vem "costurando" um acordo com a Fifa para que possa transferir os seus compromissos pela fase grupos do Mundial para o México.

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No entanto, a entidade que comanda o futebol se mostrou reticente com a proposta e não pretende modificar o calendário do torneio.

Os iranianos integram o Grupo G e estreiam no dia 15 de junho, contra a Nova Zelândia, em Los Angeles. A cidade da Califórnia também será palco do segundo confronto cinco dias depois, quando o Irã encara a Bélgica. O último jogo desta etapa acontece no dia 27, diante do Egito, em Seattle.

Segunda seleção asiática a garantir presença na Copa do Mundo depois do Japão, o Irã tem a sua base de treinamentos prevista para a cidade de Tucson, localizada no Arizona.

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Uma ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã teve início no fim de fevereiro. A guerra no Oriente Médio tornou tensa a relação entre iranianos e americanos.

Recentemente, o presidente Donald Trump recebeu críticas ao declarar que a seleção do Irã não deveria viajar para o torneio "por sua própria vida e segurança". Em resposta, o governo iraniano respondeu que "ninguém pode excluir a seleção nacional do Irã da Copa do Mundo".

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