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Portuguesa vacila, toma virada do Paysandu nos acréscimos e dá adeus à Copa do Brasil

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Um dos destaques do Paulistão, a Portuguesa foi do céu ao inferno em 45 minutos no Canindé, nesta terça-feira. Depois de ir para o intervalo vencendo por 2 a 0, voltou desligado, viu o roteiro mudar com a expulsão de Eduardo Biazus, aos 25, e não suportou a pressão do Paysandu, que virou a partida para 3 a 2, com o gol da classificação saindo aos 51 minutos.

Mesmo com desfalques de jogadores negociados após o Estadual, a Portuguesa manteve a mesma postura e construiu a vitória ainda na primeira etapa, com gols de Igor Torres e Renê. No segundo tempo, viu o Paysandu reagir com Pedro Henrique e a situação ficar dramática após a expulsão de Biazus, aos 25. Mesmo com um a menos, não suportou a pressão paraense. Ítalo, aos 47, empatou. O lance gerou protestos dos paulistas por toque de mão do atacante. E aos 51, Castro arriscou de longe e Bruno aceitou.

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A Portuguesa vinha se classificando desde à 2ª fase, quando passou após golear o Altos-PI por 5 a 1 e na sequência o Avaí, nos pênaltis, por 4 a 1, depois do empate por 1 a 1 no tempo normal e se despede da competição com pouco mais de de R$ 2 milhões em premiação. Já o Paysandu garantiu mais R$ 2 milhões de cota pela classificação.

Agora, na quinta fase, o adversário do time paraense saíra através de sorteio, com o ingresso dos times da Série A do Brasileirão. Diferente das outras fases, os duelos agora serão disputados no sistema de ida e volta.

A Portuguesa fez valer seu mando de campo na primeira etapa. Mesmo com o time desfigurado depois do Paulistão, com saídas de jogadores importantes, manteve a mesma postura, provocando o erro do Paysandu e costurando as jogadas com efetividade. Um dos destaques, Maceió cruzou na medida para Igor Torres cabecear e abrir o placar com 22 minutos.

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Após o gol, a estratégia do time paulista ficou mais tranquila para ser imposta. Obrigando o adversário a propor o jogo, saía com contragolpe forte e desnorteava a defesa paraense. Renê aproveitou o rebote na área e ampliou, aos 34. O Paysandu era nulo ofensivamente e pouco deu trabalho ao goleiro Bruno Bertinato. Nas poucas aparições na área, sequer acertou o alvo.

O panorama se inverteu na etapa complementar. A Portuguesa voltou desligada do intervalo e viu o Paysandu ganhar fôlego na reação. Tanto que após uma saída errada, Pedro Henrique recebeu na direita e diminuiu o placar, aos 10. A situação do time paulista começou a ficar mais tensa quando o zagueiro Eduardo Biazus fez falta dura em Castro e recebeu o cartão vermelho direto, aos 25.

Com um a menos, a alternativa foi fechar o time, com uma linha de três zagueiros e os dois alas recuados. Desta forma, conseguiu congestionar a entrada da área e dificultava qualquer infiltração do Paysandu. A reta final foi de pressão paraense, que colocou o time para frente e abusou de cruzamentos na área. No fim, a pressão surtiu efeito. Após cobrança de escanteio, Ítalo deixou tudo igual, aos 47. E já aos 51, Castro arriscou de longe e o goleiro Bruno falhou feio, para alegria paraense.

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FICHA TÉCNICA

PORTUGUESA 2 X 3 PAYSANDU

PORTUGUESA - Bruno Bertinato; João Vitor (Gustavo Sciencia), Gustavo Henrique, Eduardo Biazus e Gustavo Salomão (Carlos Lima); Thiaguinho (Hudson), Denis (Tontini) e Guilherme Portuga; Igor Torres (Eric Botteghin), Renê e Maceió. Técnico: Fábio Mathias.

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PAYSANDU - Gabriel Mesquita; JP Galvão (Matheus Capixaba), Castro, Iarley e Edilson Júnior (Klayvert); Pedro Henrique, Caio Mello (Henrico) e Marcinho; Kauã Hinkel (Thalyson), Ítalo e Kleiton. Técnico: Júnior Rocha.

GOLS - Igor Torres, aos 22, Renê, aos 34 minutos do primeiro tempo. Pedro Henrique, aos 10, Ítalo, aos 47, Castro, aos 51 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Jefferson Ferreira de Moraes (GO).

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CARTÕES AMARELOS - Pedro Henrique.

CARTÃO VERMELHO - Eduardo Biazus.

RENDA - R$ 105.990,00

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PÚBLICO - 4.026 pagantes (não pagantes: 85).

LOCAL - Estádio Canindé, em São Paulo (SP).

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