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Gattuso deixa comando da Itália após vexame e ausência na Copa do Mundo

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A Itália iniciou um novo capítulo após mais um fracasso. Gennaro Gattuso não é mais o técnico da seleção italiana. A saída foi oficializada nesta sexta-feira, poucos dias depois da derrota para a Bósnia, na repescagem europeia, resultado que deixou a Azzurra fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva.

Em nota, a Federação Italiana confirmou a rescisão em comum acordo e agradeceu ao treinador pelo período à frente da equipe. A queda precoce no caminho ao Mundial acelerou mudanças profundas na estrutura do futebol italiano, que já vive um processo de reformulação.

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Gattuso se despediu com um tom de frustração e reconhecimento pelo momento vivido. "Com o coração pesado, por não termos conseguido atingir o objetivo que traçamos, considero que meu tempo como técnico da seleção chegou ao fim. A camisa da Azzurra é o bem mais precioso do futebol, por isso é justo facilitar as futuras avaliações técnicas desde o início", declarou.

O agora ex-treinador também agradeceu à direção e aos torcedores italianos. "Foi uma honra comandar a seleção. Mas o meu maior agradecimento vai para os torcedores, para todos os italianos que nunca deixaram de demonstrar seu amor e apoio", completou.

A crise vai além do banco de reservas. Após a eliminação, o presidente da federação, Gabriele Gravina, deixou o cargo, assim como Gianluigi Buffon, que integrava a estrutura da seleção. O cenário reforça o tamanho do abalo institucional vivido pela Itália, ausente do Mundial desde 2014.

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Nos bastidores, a federação já se movimenta em busca de um novo comandante. O nome mais ambicioso é o de Pep Guardiola, atualmente no Manchester City e com contrato até 2027. O treinador espanhol já manifestou, em outras ocasiões, o desejo de trabalhar com seleções, mas uma eventual negociação é considerada complexa.

Outras alternativas também estão em pauta. Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 com a própria Itália, Antonio Conte, hoje no Napoli, e Massimiliano Allegri, que comanda o Milan, aparecem como opções mais viáveis no curto prazo.

A ideia da federação é definir rapidamente o substituto, já de olho no início da Liga das Nações, em setembro. O próximo compromisso da Itália será contra a Bélgica.

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