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Garro admite que crise política atrapalha time do Corinthians: 'Quem torce é afetado'

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Mesmo com os esforços do executivo de futebol Fabinho Soldado para blindar o elenco do Corinthians em meio à crise política vivida pelo clube, a atmosfera conturbada tem executado sua influência sobre alguns jogadores. É o caso de Rodrigo Garro, que, embora tenha reforçado o tradicional discurso da blindagem, foi sincero ao dizer que não há como não se afetar por uma situação atravessada pela agremiação do Parque São Jorge.

"Acho que quem torce para o Corinthians em algum momento é afetado. Sabemos que a coisa lá em cima, e quem controla o clube, quando não está dando certo nos atrapalha um pouco. Mas a gente não tem que falar disso, tem que se blindar e trabalhar com humildade para da nossa parte dar uma alegria ao torcedor, que está passando um momento ruim", comentou, antes de destacar o papel de Soldado na contenção de danos.

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"Tenho um carinho especial por ele. Ele falou muito para eu ficar aqui, continuar acreditando. Ele no seu trabalho faz a gente acreditar, blinda e é a nossa voz. Quando falamos alguma coisa, ele dá respaldo para a gente. Por isso estamos blindados pelo trabalho do Fabinho", concluiu.

Garro ficou dois meses parado por causa de uma tendinopatia patelar no joelho direito e voltou a jogar apenas no segundo tempo do empate por 1 a 1 com o Huracán, na partida que eliminou o time alvinegro da Sul-Americana. Neste domingo, durante o empate sem gols com o Vitória, pelo Brasileirão, também entrou na segunda etapa.

A entrada do argentino melhorou o time, mas o desempenho geral e o resultado irritaram muito os torcedores na Neo Química Arena. Ao final da partida, vaias intensas foram ouvidas de todos os setores da estádio, acompanhadas do grito "Não é mole não, tem de ser homem para jogar no Coringão!".

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