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Foi pênalti? Arbitragem vira debate após Palmeiras x São Paulo

O lance dividiu opiniões entre comentaristas de arbitragem e voltou a levantar questionamentos sobre interpretação e critério

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Foi pênalti? Arbitragem vira debate após Palmeiras x São Paulo
Autor Um toque no braço de Gustavo Gómez dentro da área virou centro das discussões - Foto: Reprodução/CazéTV

O clássico entre Palmeiras e São Paulo, que garantiu o time do técnico Abel Ferreira na final do Paulistão, não terminou sem polêmica. Um toque no braço de Gustavo Gómez dentro da área, durante o segundo tempo, virou centro das discussões após a partida disputada na Arena Barueri. O lance dividiu opiniões entre comentaristas de arbitragem e voltou a levantar questionamentos sobre interpretação e critério.

Para Renata Ruel, comentarista da ESPN, a jogada reúne elementos que, dentro da realidade da arbitragem brasileira, costumam resultar em penalidade. Ela destaca que, embora a distância seja curta, o defensor amplia o espaço corporal ao disputar a bola.

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📰 LEIA MAIS: Palmeiras x Novorizontino: veja data e locais da decisão pela final do Paulistão

"O lance tem alguns fatores a ser analisado: é uma distância curta na hora que toca no braço. O Gómez tenta tirar o braço, mas vai para a disputa ampliando o espaço corporal. A bola bate no braço dele. Apesar da falta de critério, como o braço está afastado, a gente vê um pênalti ser marcado no Brasil", explicou Renata.

A comentarista também fez ressalvas ao critério adotado pela árbitra Daiane Muniz ao longo do jogo. Na visão dela, houve incoerência entre lances semelhantes.

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"Cabe interpretação por recolher o braço? Cabe, mas pelo que a gente vê na arbitragem brasileira, o pênalti deveria ser marcado. Vejo erro de não ter marcado pênalti no Gómez e um erro em ter marcado o pênalti no Bobadilla", completou.

Já Sálvio Spínola, em análise no programa Esporte Record, seguiu caminho oposto. Para o ex-árbitro, o toque no braço do zagueiro palmeirense deve ser interpretado como acidental, dentro de um movimento natural de jogo.

"O segredo desse lance pra mim é que o Gustavo Gómez está muito próximo da jogada. Ele está disputando a bola, tentando chutar, e o braço está no movimento necessário. A bola bate e não é bloqueio. É uma batida acidental e, por isso, pra mim não é pênalti", avaliou.

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Opinião semelhante foi apresentada por Paulo Caravina, do perfil @soudoapito, que destacou a importância de diferenciar uma ação de bloqueio de uma disputa direta pela bola.

"Na primeira tentativa do Lucas de cruzar, o Gómez faz uma ação de bloqueio. No rebote, ele faz uma ação de disputar a bola. Em uma ação de disputa, essa mão só será considerada antinatural se estiver muito acima do nível do ombro", explicou.

Segundo Caravina, nesse contexto específico, o braço do defensor está compatível com o movimento corporal.

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"Em uma ação de disputa, com espaço curto como nesse lance, o braço tem que ser considerado natural para o movimento. Por isso, essa mão do defensor do Palmeiras tem que ser considerada não penal", concluiu.

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Apesar da controvérsia, o Palmeiras confirmou a vitória por 2 a 1, com gols de Maurício e Flaco López. Calleri descontou para o São Paulo em cobrança de pênalti. O resultado colocou o Verdão em sua sétima final consecutiva do Campeonato Paulista.

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Na decisão, o Palmeiras enfrentará o Novorizontino, que eliminou o Corinthians na outra semifinal. A decisão será disputada em dois jogos: o primeiro na quarta-feira, dia 4, com mando palmeirense, e o segundo no domingo, dia 8, no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, já que o Tigre fez a melhor campanha da competição.

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