Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Flamengo se vinga do Palmeiras e é o primeiro brasileiro tetra da Libertadores

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Flamengo é o primeiro clube brasileiro a levantar quatro taças da Libertadores. Em uma final de baixo nível técnico no Monumental de Lima, o time carioca derrotou o Palmeiras por 1 a 0, se vingou da derrota de 2021 e conquistou o tetra continental.

O zagueiro Danilo fez de cabeça o gol que definiu o título rubro-negro, reforçando que tem estrela o jogador de 34 anos. Em 2011, quando era um jovem lateral do Santos, ele também foi à rede na decisão contra o Peñarol.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A taça nas mãos do Flamengo representa o sétimo título de Libertadores seguido para o futebol brasileiro. O Brasil, assim, igualou a Argentina no total de conquistas continentais. Agora, são 25 títulos para cada país. Depois de anos de sucesso dos times argentinos, o futebol sul-americano vive um momento de domínio de brasileiros. A última vez que um time estrangeiro venceu a Libertadores foi em 2018, quando o River Plate se sagrou campeão em cima do rival Boca Juniors.

Desde 2019, quando a equipe carioca conquistou a América pela segunda vez, ao menos um time brasileiro participa da decisão continental. Nos últimos seis anos, esta foi a quinta vez com uma final 100% brasileira.

A conquista garante ao Flamengo vaga no Intercontinental, com jogos já em dezembro, e no Mundial de 2029. Com a criação do novo Mundial de Clubes, disputado a cada quatro anos, foi mantido o torneio anual da Fifa disputado todo final de ano, mas agora sob o nome Intercontinental. Também enche os cofres do clube, que ganhou US$ 24 milhões (R$ 128 milhões), valor da premiação paga pela Conmebol como prêmio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi mais estudado do que bem jogado o primeiro tempo no Monumental. Muitos amarelos, faltas e pouca bola. O Flamengo achou brechas pelos lados, sobretudo o esquerdo, e foi dominante nos primeiros 20 minutos.

Os cariocas ganharam a maioria os duelos pelo meio e também foram mais combativo no setor por méritos e por inoperância do time paulista, cujo meio de campo não funcionou. Raphael Veiga não produziu e fez mal o seu papel na marcação.

Arrascaeta, Bruno Henrique e Samuel Lino levaram perigo no início. O Palmeiras encontrou bastante dificuldade para marcar e sair da pressão do Flamengo, que usou o lateral Varela solto na direita.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois que subiu a marcação, a equipe alviverde melhorou, embora tenha encaixado poucas tramas no ataque. Vitor Roque, de cabeça, assustou. Sozinho muitas vezes, o talentoso e forte atacante brigou, driblou e roubou bolas. Causou algum problema e cavou faltas. O Flamengo foi ao intervalo com todos seus meias amarelados - Pulgar, Jorginho e Arrascaeta.

Pulgar poderia ter sido expulso quando acertou as travas da chuteira na canela de Bruno Fuchs. O árbitro argentino Darío Herrera entendeu que cabia apenas o amarelo.

Não mudou o cenário no segundo tempo até os 20 minutos. Jogo faltoso, brigado. A bola pouco corria e os atletas mais reclamavam que jogavam. Em nível técnico, a final decepcionou. Porém, teve emoção e teve gol.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se faltava criatividade nas tramas, o caminho para a Glória Eterna foi pelo alto. Quatorze anos depois de marcar na final da Libertadores de 2011, quando era então um jovem lateral-direito do Santos, Danilo, hoje um zagueiro experiente, definiu o título rubro-negro.

Foi de cabeça o gol do defensor de 34 anos que fez explodir a massa rubro-negra no Peru e no Brasil. Subiu sozinho após cobrança de Arrascaeta e direcionou a bola com força no canto direito de Carlos Miguel.

O gol, aos 21 minutos, obrigou o Palmeiras a atacar, o que foi um problema para um time que vive uma crise técnica no momento mais importante do ano. Abel Ferreira encheu o time de atacantes. Nada mudou. Sem criatividade e alguém para por a bola no chão, o time paulista se limitou a esticões, lançamentos e cruzamentos para a área.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa estratégia improdutiva para uma equipe que gastou mais de R$ 700 milhões em reforços, até incomodou o Flamengo no fim, mas foi insuficiente para arrancar o empate. O Flamengo ergueu sua quarta taça da Libertadores.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 0 X 1 FLAMENGO

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PALMEIRAS: Carlos Miguel; Khellven (Sosa), Gómez, Murilo (Giay) e Piquerez; Bruno Fuchs, Andreas Pereira; Raphael Veiga (Felipe Anderson Maurício) e Allan (Facundo Torres); Flaco López e Vitor Roque. Técnico: Abel Ferreira.

FLAMENGO: Rossi; Varela, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho e Arrascaeta (Luis Araújo); Samuel Lino (Éverton Cebolinha), Carrascal e Bruno Henrique (Juninho). Técnico: Filipe Luís.

GOL: Danilo, aos 21 do segundo tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

ÁRBITRO: Darío Herrera (Argentina)

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline