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Ex-presidente do Corinthians vira réu por apropriação indébita

Duílio Monteiro Alves é acusado de usar cartão do clube para gastos pessoais

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Ex-presidente do Corinthians vira réu por apropriação indébita
Autor Ex-presidente Duílio Monteiro Alves - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Os bastidores políticos do Corinthians voltaram a ficar movimentados na manhã desta segunda-feira com a notícia de que a Justiça acatou a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o ex-presidente Duílio Monteiro Alves, que se tornou réu pelo crime de apropriação indébita. A defesa do antigo mandatário corintiano, liderada pelo advogado Lucas Lopes Knupp, diz ter "confiança no Poder Judiciário e no devido processo legal, certos de que todos os fatos serão devidamente esclarecidos ao longo da tramitação do processo".

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O ex-dirigente é acusado de usar o cartão de crédito do clube no período de sua gestão (que ocorreu entre 2021 e 2023) para finalidades pessoais.

A denúncia foi recebida pela juíza Elaine Cristina Pulcineli Vieira Gonçalves, da 15ª Vara Criminal de São Paulo, que não acatou pedidos do MP como bloqueio de bens e quebra de sigilo bancário ou fiscal.

De acordo com as investigações, o cartão corporativo do clube foi utilizado em estabelecimentos comerciais como freeshops, restaurantes, hotéis, salão de cabeleireiro, loja náutica e até mesmo em um site de venda de roupas. De acordo com o MP as despesas contabilizam R$ 41.822,62.

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Além do valor que está sendo cobrado, Cassio Conserino, promotor que conduz o caso, pede que o presidente corintiano pague o valor de R$ 31.366,96 a título de indenização ao clube do Parque São Jorge por danos materiais.

De acordo com documento obtido pelo Estadão, "indícios suficientes de autoria e materialidade" estão presentes nos autos do Inquérito Policial que recebeu a denúncia. Para responder à acusação, o réu tem um prazo de dez dias, de acordo com os termos do artigo 396 do Código de Processo Penal. No decorrer do processo, serão colhidos depoimentos, interrogatórios e produção de provas.

No mesmo prazo, a defesa de Duílio Monteiro Alves deverá se manifestar expressamente sobre a modalidade de audiência a ser designada: se virtual ou presencial. No mandado, o acusado deverá mandar resposta por meio de seu advogado.

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O QUE DIZ A DEFESA DE DUÍLIO MONTEIRO ALVES

A defesa de Duílio Monteiro Alves informa que tomou conhecimento da decisão judicial que recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público, medida que representa o início formal do processo, etapa em que os fatos passam a ser analisados com a garantia do contraditório e da ampla defesa.

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Na mesma decisão, a Justiça indeferiu pedidos feitos pelo Ministério Público, como a quebra de sigilos bancário e fiscal, o bloqueio de bens e outras medidas restritivas, por entender que não havia elementos que justificassem tais providências.

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A defesa de Duilio Monteiro Alves reafirma sua confiança no Poder Judiciário e no devido processo legal, certos de que todos os fatos serão devidamente esclarecidos ao longo da tramitação do processo.

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