Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
FUTEBOL

Espanha faz 1 a 0 na Inglaterra e conquista a Copa do Mundo Feminina

Título comprova a hegemonia recente da Espanha em diferentes categorias do futebol feminino

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Espanha faz 1 a 0 na Inglaterra e conquista a Copa do Mundo Feminina
Autor Espanha conquistou seu primeiro título na Copa do Mundo Feminina - Foto: Divulgação Fifa

Para entrar nos livros de história. A Espanha se tornou campeã da Copa do Mundo Feminina da Fifa pela primeira vez neste domingo (20). A seleção, conhecida como La Roja, venceu a Inglaterra por 1 a 0 e teve a honra de levantar o troféu da competição em Sydney, na Austrália.

-LEIA MAIS: Ríos festeja gol no Cuiabá e prega foco do Palmeiras na Libertadores

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O título comprova a hegemonia recente da Espanha em diferentes categorias do futebol feminino: a seleção é a atual campeã da Copa do Mundo no sub-17 e no sub-20, além do fato de que o Barcelona – base desta equipe espanhola – é bicampeão da UEFA Liga dos Campeões Feminina nas temporadas 2020/2021 e 2022/2023.

Aliás, a Espanha é a terceira nação europeia da história a conquistar a Copa Feminina; as outras duas foram Noruega (1995) e Alemanha (2003 e 2007). O resultado quebra um jejum de 16 anos, tempo que as seleções da Europa passaram longe do troféu.

Do outro lado, o gosto agridoce de orgulho e frustração marcará as jogadoras da Inglaterra e a técnica holandesa Sarina Wiegman, que é vice-campeã da Copa do Mundo Feminina pela segunda vez consecutiva. Há quatro anos, em 2019, a treinadora já havia perdido a final no comando da Holanda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E foi com um jogaço! Os dois times trabalham bem a bola, cada um à sua maneira. A Espanha, por exemplo, segue bem a escola de futebol do país e troca passes com qualidade, em estilo tão vertical (ou mais) quanto o da seleção masculina que foi campeã do mundo em 2010.

A Inglaterra costuma ser eficiente ao avançar em blocos, mas seu jogo depende muito de erros do adversário. O problema é que isso pouco ocorreu nesta final, ainda mais diante de uma grande atuação da goleira Cata Coll.

Quando conseguiu finalizar de maneira quase indefensável para a arqueira espanhola, a Inglaterra sofreu com o azar e carimbou o travessão. Para piorar a situação, a marcação da Espanha pressionava no campo de ataque e forçava as Leoas a tentarem ligações diretas – não é o forte de um time que costuma fazer a bola passar pelas meio-campistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também havia uma grande goleira com a camisa da Inglaterra, mas Mary Earps, que já havia defendido um chute perigoso de Redondo, não conseguiu impedir o gol da Espanha aos 29 minutos. Com a intensidade habitual da La Roja, Mariona Caldentey avançou e tocou para Olga Carmona, que chutou cruzado e rasteiro para marcar.

A comemoração de Carmona deixou torcedores do mundo todo intrigados: ela ergueu a camisa da Espanha e mostrou que sua blusa de baixo tinha a palavra "Merchi", uma homenagem à mãe falecida de uma amiga da jogadora.

E quase houve outra celebração espanhola ainda no primeiro tempo, quando Salma Paralluelo (que estava acostumada a entrar na reta final dos jogos e fazer gols decisivos, mas desta vez foi titular) finalizou com categoria. Mary Earps saltou bem e contou com uma ajuda providencial da trave à sua esquerda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A goleira inglesa é uma das melhores do mundo e impediu uma derrota pior; no comecinho do segundo tempo, por exemplo, ela defendeu um chute de Caldentey e tentou ligar seu time ao ataque. Pouco tempo depois, Chloe Kelly carimbou o travessão e lamentou.

Uma curiosidade sobre esta edição da Copa do Mundo Feminina é o número recorde de pênaltis assinalados pela arbitragem: foram 27, superando os 26 apitados em 2019. A final seguiu a tendência do restante do torneio e entrou para a estatística.

Afinal, a árbitra foi ao monitor do VAR e constatou toque de mão de Keira Walsh dentro da área. Jenni Hermoso teve em seus pés a chance de ouro de ampliar a vantagem da Espanha e diminuir o sufoco diante das inglesas, mas Mary Earps, gigante, impediu o gol.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, nem a poderosa goleira inglesa, nem a pressão da Inglaterra nos minutos finais conseguiram impedir a Espanha de se tornar campeã da Copa do Mundo Feminina da FIFA pela primeira vez.

O número

Com o título, a Espanha se tornou a segunda seleção da história a vencer a Copa do Mundo da FIFA nas versões masculina e feminina (2010 e 2023, respectivamente). A primeira a conquistar este feito havia sido a Alemanha, que é tetracampeã no masculino (1954, 1974, 1990 e 2014) e bicampeã no feminino (2003 e 2007).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline