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Déficit de R$ 247,8 mi em 2025 faz dívida do Corinthians subir para R$ 2,8 bi

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O Corinthians registrou déficit de R$ 247,8 milhões entre janeiro e novembro de 2025, conforme discriminado pelo balancete do 11º mês do ano passado, divulgado pelo clube nesta terça-feira, 27. Com isso, a dívida do clube chegou ao total de R$ 2,8 bilhões, o que corresponde ao passivo de R$ 2,151 bilhões somado aos R$ 661 milhões devidos à Caixa Econômica Federal pelo financiamento da Neo Química Arena.

Até abril, a diretoria tem de divulgar o balanço definitivo da temporada passada. Quando encerrou 2024, ainda sob o comando do agora destituído Augusto Melo, o clube do Parque São Jorge registrou déficit de R$ 181,7 milhões e dívida de R$ 2,5 bilhões.

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de 2025, a maior fatia vem do clube social: R$ 204,702. O déficit do futebol, que teve receito liquida de R$ 599,501, é de R$ 43,129.

No orçamento de 2026, o Corinthians prevê fechar o ano com superávit de R$ 12 milhões. Para concretizar o plano, colocou em prática ações de corte de gastos tanto no futebol quanto no clube social.

Só em despesas com pessoal no departamento de futebol, o que inclui os jogadores, o objetivo é obter, até o final da temporada, uma diminuição de R$ 435 milhões para R$ 354 milhões, queda de R$ 81 milhões. A projeção inclui a folha atual (direitos de imagem, encargos e benefícios), seguindo a diretriz de redução de gasto. Somado a outros custos, como despesas com serviços e jogos, o corte total no futebol chegaria a R$ 90 milhões.

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Por isso, a diretoria se desfez de alguns jogadores, parte deles com altos salários, neste início de ano. É o caso Caso de Maycon, Romero, Fagner, Talles Magno, Angileri, Hector Hernández e Félix Torres.

Ao incluir a folha de pagamento geral, com a inclusão de outros setores do clube, a redução prevista se mantém na mesma porcentagem: de R$ 505 milhões para R$ 410 milhões. Em busca de soluções para reduzir custos, o presidente Osmar Stábile tem mirado cortes no clube social e chegou até a cogitar a acabar com modalidades como o futsal, mas recuou após a repercussão ruim.

Para ajudar a enxugar os gastos com futebol, foi estabelecida uma meta de R$ 151 milhões em vendas de jogadores. A previsão também se apega ao valor de direitos de TV, colocado em R$ 335 milhões, embora não tenha discriminado metas esportivas, que influenciam essa conta.

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Em patrocínios, o previsto é receber R$ 255 milhões, 47% a mais do que em 2025. Sem a meta de venda de jogadores, o clube espera fechar 2026 com uma receita de R$ 806 milhões, 13% superior aos R$ 711 milhões da atual temporada.

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