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Decisivo contra o Brasil nas Eliminatórias, boliviano Miguelito não deve retornar ao Santos

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Autor do gol que decretou a vitória de 1 a 0 da Bolívia sobre a seleção brasileira na noite desta terça-feira, pelas Eliminatórias da América do Sul, o atacante Miguelito não deve voltar a vestir a camisa do Santos. Emprestado ao América-MG, o jogador está no radar de clubes da Europa.

Apesar da má campanha da equipe na Série B do Campeonato Brasileiro, ele tem se destacado. Autor de quatro gols e quatro assistências, o atleta despertou interesse do Besiktas, da Turquia, e o Paris FC, da França. Com a valorização do atacante por suas atuações nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, o Santos pensa em aproveitar a visibilidade para tentar efetivar uma negociação.

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Agora sob a orientação do técnico argentino Juan Pablo Vojvoda, e com as recentes contratações feitas pelo clube, a volta do atleta ao Santos é dada praticamente como descartada.

O contrato de Miguelito com a equipe da Vila Belmiro vai até junho de 2027. Sem nunca ter conseguido se firmar no time principal, o atleta de 20 anos perdeu espaço na equipe profissional com Fabio Carille e acabou indo parar no futebol mineiro por empréstimo.

INJÚRIA RACIAL

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Em alta após brilhar pela seleção boliviana, o jogador ficou marcado no futebol brasileiro por se envolver em um caso de racismo. Acusado por prática de injúria racial contra o atacante Alano, ele foi preso durante uma partida de sua equipe contra o Operário-PR, no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, em maio deste ano.

Por conta disso, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) suspendeu o meia por cinco jogos na Série B. A decisão foi tomada pela Primeira Comissão Disciplinar, por três votos a dois. Miguelito foi enquadrado no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de discriminação racial.

Miguelito se pronunciou sobre o caso e negou ter praticado injúria racial. Segundo a ESPN a expressão utilizada contra o jogador do Operário-PR foi "merda do c******'.

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