Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Corinthians recorre e trava inquérito do MP que avalia intervenção judicial no clube

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) viu o inquérito que avalia uma intervenção judicial no Corinthians ser travado. O motivo é um recurso protocolado pelo clube pedindo o fim da investigação. O movimento gera efeito suspensivo, que faz com que a Procuradoria não possa agir até o julgamento pelo Conselho Superior do MP.

Como argumento, o Corinthians diz que "as dificuldades enfrentadas não justificam intervenção judicial". Ainda é defendido que a associação está em funcionamento regular e tem autonomia como direito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O clube diz que há "mecanismos menos drásticos" que intervenção para resolver o problema e cita a possibilidade de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O envidamento, aponta o Corinthians, também é comum a outras agremiações do futebol brasileiro.

O recurso corintiano ainda diz que são adotadas providências para modificar o atual cenário financeira. São elencadas a reprovação de contas de ex-presidentes; a criação de comitê específico de reestruturação financeira; tratativas junto à União para renegociação de dívidas; negociação com a Caixa Econômica Federal sobre o débito referente à Neo Química Arena e reforma de estatuto.

O MP-SP se posicionou contra o recurso, dizendo que, mesmo com autonomia, associações podem sofrer interferência, se um inquérito apontar a necessidade. Ainda é dito que, no pedido de abertura da investigação, são apontadas irregularidades que estariam em curso no Corinthians.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O MP-SP cita um procedimento interno do Corinthians em andamento. O clube teria uma proposta de patrocínio máster da Responsa Gaming, empresa responsável pela marca Energia.bet.

O setor de compliance do clube teria reprovado o acordo, segundo a Rádio Bandeirantes. O MP-SP aponta que, a partir disso, poderia expedir uma recomendação ao clube. Entretanto, com o efeito suspensivo do inquérito, não é possível qualquer diligência.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline