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Comissão de Ética recomenda que Andrés seja expulso do Corinthians; entenda os próximos passos

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A Comissão de Ética do Corinthians recomendou, em parecer aprovado por unanimidade nesta segunda-feira, 13, que o ex-presidente Andrés Sanchez seja expulso do clube, conforme informado inicialmente pela Gazeta Esportiva e confirmado pelo Estadão. A recomendação é resultado das apurações internas sobre a acusação de uso indevido do cartão corporativo da agremiação, que desencadeou também uma investigação do Ministério Público (MP).

O papel da Ética é apenas consultivo e processante, portanto o parecer não acarreta em nenhuma decisão. Agora, cabe ao Conselho Deliberativo se orientar a partir da conclusão tomada pela Comissão para decidir se a punição é aplicável ao caso do influente ex-presidente que cumpriu mandatos de 2007 a 2012 e de 2018 a 2021. A votação sobre a expulsão será realizada em data ainda a ser marcada.

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Além da investigação interna, Andrés Sanchez é alvo de apuração do MP, desde que foram vazados documentos que mostravam seus gastos pessoais no cartão corporativo do Corinthians. Em dezembro, ele e o ex-diretor financeiro do clube, Roberto Gavioli, foram denunciados pelo promotor Cássio Conserino por lavagem de dinheiro e crimes tributários.

No dia 14 de março, contudo, A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia. A decisão da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo entendeu que não há justa causa para o prosseguimento da ação penal. O MP-SP recorreu da decisão.

Lavagem de dinheiro foi a acusação que levou o ex-presidente Alberto Dualib a deixar de ser sócio do clube alvinegro em 2008, na esteira do escândalo envolvendo o fundo de investimentos MSI.

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Ele renunciou à presidência em setembro de 2007. Um ano depois, quando estava marcada a reunião para expulsá-lo do quadro associativo, teve a mesma postura adotada durante o processo de impeachment e pediu para ser desligado antes da votação. Dualib enviou uma carta de renúncia ao então presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Senger, e deixou de ser sócio.

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