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Lollapalooza aceitará carteirinha de estudante "antiga" para meia-entrada

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Carteiras de estudante do modelo antigo serão aceitas pela organização do Lollapalooza para a concessão de meia-entrada.
Segundo a assessoria da T4F, documentos escolares emitidos em anos anteriores, mas dentro do prazo validade poderão ser usados por estudantes na compra de ingressos com 50% de desconto. O motivo da aceitação está na lei 12.852/2013 - o Estatuto da Juventude -, que especifica: a validade da carteira segue até 31 de março do ano subsequente à data de sua expedição. Como o Lollapalooza ocorre antes desta data, documentos emitidos anteriormente ainda valem.
A organização liberou 41.213 meia-entradas para cada um dos dias do evento, que acontece em 12 e 13 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A quantidade corresponde a 40% da capacidade total do local - 103.032 pessoas por dia. Informações sobre valores estão disponíveis no site do evento: lollapaloozabr.com.
DÚVIDAS
A aceitação de carteiras antigas é uma das controvérsias envolvendo a meia-entrada, lei que foi regulamentada por decreto no fim de 2015, após dois anos de existência.
O decreto federal nº 8.537/2015, em vigor desde 1º de dezembro do ano passado, unificou as regras para meia em todo o país e estabeleceu um documento em modelo único nacionalmente padronizado, com certificação digital, emitido por entidades estudantis com o crivo das organizações nacionais: União Nacional dos Estudantes (UNE), no caso dos universitários; UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), no caso dos alunos de nível fundamental e médio; e ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos), no caso dos pós-graduandos.
Em dezembro de 2015, o ministro José Antonio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu uma liminar que permite que instituições de ensino e organizações sem vínculo com as entidades nacionais de representação dos estudantes pudessem emitir carteirinha de meia-entrada.
Em entrevista à reportagem após a decisão do STF, Carina Vitral, presidente da UNE, afirmou que ninguém seria obrigado a se filiar, tampouco a seguir a política da UNE. "Para emitir carteira, tudo que a entidade precisa é se cadastrar no sistema da UNE e provar que é uma entidade de verdade, com estatuto, eleição, e não uma empresa de emitir carteirinha", disse.
O objetivo da centralização das emissões com a UNE era estabelecer um padrão nacional para a carteira, que passou a incluir tarja magnética e impressão em gráfica de segurança.

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