Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Entretenimento

publicidade
ENTRETENIMENTO

Pais estão mais presentes e participativos  

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Pais estão mais presentes e participativos  
Autor Ricardo Neira não perde nenhum momento com os filhos João Vitor e Ana Beatriz (Foto: PH Produtora) - Foto: Reprodução

O papel de cuidador principal deixou de ser exclusivo da mulher. Até pouco tempo, o homem exercia uma função objetiva, deixando os cuidados principais para a mãe. Geralmente, o que se esperava da figura masculina era que não deixasse faltar moradia, alimento e educação. Hoje em dia, a relação entre pais e filhos está mudando e o espaço que antes era reservado para a mãe, agora é divido com o pai.

André Barbieri com a filha Clara

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para ficar mais próximo da filha Clara, de 5 anos, o advogado e professor apucaranense André Barbieri, 31, mudou-se de cidade no ano passado. A decisão foi tomada quando Barbieri, que morava em Curitiba, percebeu que estava distante da primogênita, que vive em Joinville, Santa Catariana, e resolveu ir para Balneário Camboriú, cidade a menos de 100 KM do endereço da filha. “Faço o que for preciso para acompanhar seus passos de perto”, garante.

O advogado conta que, por ter uma relação amigável com a mãe de Clara, consegue ver a filha todos os finais de semana e uma vez durante a semana. Barbieri procura participar de todas as atividades da filha. “Como não a vejo todos os dias, quando vou para Joinville, eu procuro auxiliar nas tarefas de casa e no que puder para participar da educação dela. Também converso com a minha filha diariamente pelo telefone e pela internet”, explica.

O pai conta que, além dessas atividades, quando vai para a cidade de Clara é sempre uma diversão. “Levo ela para cortar o cabelo e fazer as unhas. Quando estamos juntos é uma festa. Cozinhamos, assistimos filmes e, no verão, vamos para a praia andar de caiaque e stand up”, revela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O representante comercial Ricardo Neira, 37, de Apucarana, é outro exemplo de pai presente na vida dos filhos João Vitor, 4, e Ana Beatriz, de 3 meses. O pai conta que tem uma relação de amor e companheirismo com o primogênito. “Sempre estamos juntos. No mínimo, duas vezes por semana, ele vai comigo jogar bola, assistimos jogos de futebol, andamos de bicicleta e vamos ao cinema”, enumera algumas atividades.

Além de momentos de lazer, Neira procura sempre auxiliar o filho nas tarefas de casa e leva e busca diariamente o garoto na escola. Já com Ana Beatriz, o representante comercial explica que por causa da idade, ela fica mais com a mãe e esposa Luciane Favaretto Neira, 35. No entanto, Neira tenta dar uma mão para a esposa. “Quando estou em casa fico com ela. Quero que meus filhos, no futuro, vejam uma pessoa com quem eles possam sempre contar”, explica.

Relação familiar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por muito tempo a mulher foi vista como a principal responsável pelo filho. Já o pai, sempre foi considerado o homem da casa, com a função de trazer o “pão de cada dia” para o lar. Segundo a psicóloga Renata Garcia, de Apucarana, a história começou a mudar depois que a mulher entrou para o marcado de trabalho. “Ambos os pais exercem um papel social e psicológico diferente na vida dos filhos, além de atuarem para que haja o desenvolvimento emocional da criança”, explica.

Conforme a profissional, a participação do pai nas tarefas, antes tidas como de responsabilidade da mãe, é indispensável. “Estamos num período crítico, onde os filhos estão mais vulneráveis aos perigos existentes na rua, como as drogas e a violência. Ter um pai sensível e interessado é de total necessidade atualmente” ressalta.

A psicóloga acredita ainda que a presença do homem em casa é vital para a criança ter uma imagem ativa de pai e de mãe. “Ao ter pais mais participativos, a criança terá mais condições para desenvolver-se de maneira plena, uma vez que se sente mais segura, capaz, amada e protegida”, comenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Entretenimento

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline