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Mexicano Molotov traz ao festival discurso político com som hardcore

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THALES DE MENEZES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na estrada desde os anos 1990, o mexicano Molotov proporcionou o primeiro e provavelmente único momento hardcore do Lollapalooza Brasil.
Nem era necessário ouvir a banda. As cenas no telão já davam o tom: crianças na miséria, presos sofrendo torturas, caveiras, e por aí vai.
Enquanto os brasileiros não entendiam bem o forte discurso político do Molotov, as letras erram berradas em coro por mexicanos na plateia. Alguns erguiam bandeiras de seu país e outros vestiam as coloridas máscaras dos praticantes de luta livre, mania nacional no México.
Uma plateia dominada por capas de chuva bateu cabeça no rapcore do grupo, mas a aprovação dos brasileiros veio mais com aquelas músicas com um pouco de melodia, como "Lagunas Metales".
Os mexicanos fecharam o show com seu maior sucesso, "Puto", e associaram o palavrão do título (que é gritado repetidamente no refrão) a políticos cujas fotos apareciam no telão, dentre eles o venezuelano Hugo Chávez, o argentino Carlos Menem e os americanos George W. Bush e Barack Obama.
MOLOTOV
HORÁRIO 13h30
PALCO Skol
VISUAL coletes de couro, no melhor estilo Hell's Angels
QUANTO DUROU 45 minutos
QUANTO PODERIA TER DURADO até o dobro do tempo, já que a banda esquentava a plateia debaixo de chuva
"O CARA" NO SHOW Tito Fuentes, o vocalista e guitarrista com a cara de mau essencial para o hardcore

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