Cantor Hudson lança álbum com Edson e afirma ter superado fase ruim
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O álbum De Edson para Hudson é um recomeço para a conhecida dupla sertaneja. E para contar sobre esta nova fase, a dupla reuniu, nesta terça (20), jornalistas. O novo trabalho foi gravado em várias etapas, inclusive, em um estúdio montado na clínica de reabilitação em que Hudson esteve internado para se recuperar do vício em drogas e álcool.
Eles garantem, Hudson, ainda debilitado, não tocou instrumentos, apenas cantou, conforme explicou Edson.
— Hudson só gravou a segunda voz, não tocou guitarra dessa vez. Quem ficou responsável por isso foi Márcio, da dupla Márcio e Douglas.
Hudson não fugiu das perguntas sobre o período que passou internado. "Clínica não é fácil. Viver no isolamento é complicado. Mas foi só assim que reaprendi a dar valor à vida, à carreira e à minha família. Não me senti muito sozinho, porque meus fãs me deram muito apoio", disse ele.
Segundo o sertanejo, foi ele mesmo quem procurou a clínica por saber que precisava de ajuda.
— A princípio, o tratamento foi feito em casa. Só depois resolvi ir para a clínica.
O que afundou Hudson nas drogas foi o suicídio de Larissa Lopes, sua ex-mulher.
— Eu comecei a usar drogas depois do suicídio da minha ex-esposa. Antes, eu bebia de forma mais social. Quando cheguei ao pior momento, bebia um litro de vodca ou uísque por dia. Tive várias overdoses e fui internado diversas vezes.
Toda essa história vai virar um livro que já tem até nome, Pastinha Amarela.
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