Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Viés de alta em NY é incapaz de empolgar Ibovespa por recuo do minério e setor empresarial

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa opera em alta discreta na manhã desta sexta-feira, 26, na faixa dos 145 mil pontos, apesar da valorização com um pouco mais de intensidade das bolsas em Nova York. Investidores digerem o resultado dentro do esperado do PCE dos Estados Unidos, o índice de inflação predileto do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). O recuo de 1,74% do minério de ferro hoje em Dalian, na China, também limita ganhos do Índice Bovespa, assim como o noticiário corporativo envolvendo especialmente a Braskem e a Marfrig.

Entre as divulgações da agenda esvaziada desta sexta-feira, destaque ao PCE. O índice de preços de gastos com consumo dos Estados Unidos subiu 0,3% em agosto ante julho, vindo igual ao esperado. Já a taxa de agosto em relação ao mesmo mês de 2024 ficou em 2,7%, também conforme o previsto. Este nível é superior à meta de inflação de 2% do Fed. As medidas de núcleos ainda ficaram em linha com as previsões, em 0,2% na margem e 2,9% no confronto interanual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em linhas gerais, o desempenho do PCE mantém a ideia de cortes de juros pelo Fed, mas há dúvidas se serão quedas sequenciais e quanto ao ritmo de recuo, após dados fortes de atividade e discursos de alguns dirigentes da autoridade monetária que colocaram em dúvida o futuro da política monetária norte-americana.

Para Silvio Campos Neto, economista e sócio da Tendências Consultoria, o indicador e outros informados recentemente nos EUA como alguns de emprego não deixam claro se o Fed conseguirá um processo de corte sequencial de juros. "Pode ser que precise de uma pausa para avaliar os dados", diz.

Segundo Bruno Takeo, estrategista da Potenza, como o PCE veio em linha com o esperado, a princípio quase não teve reação do mercado, mas, segundo ele, tem potencial para animar durante o dia por conta dos últimos dias. "Tanto os diretores do Fed quanto a ultima leitura do PIB do 2T25 corrigiram a euforia depois do primeiro corte dos juros na semana passada", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, o Ibovespa opera sem fôlego. Além da queda do minério e do noticiário corporativo, tem o fato de hoje ser sexta-feira, dia em que normalmente induz cautela de investidores, antes do fim de semana e das divulgações da próxima semana, que terão dados importantes como do mercado de trabalho, industriais e de inflação (IGP-M).

No exterior, os agentes repercutem o anúncio de ontem do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor uma tarifa de 100% sobre qualquer produto farmacêutico de marca ou patenteado importado a partir de 1º de outubro.

Ontem, o Ibovespa fechou em baixa de 0,81%, aos 145.306,23 pontos, cedendo 0,38% na semana, após alta na anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Às 10h58 desta sexta, o Índice Bovespa subia 0,10%, aos 145.457,50 pontos, ante elevação de 0,64%, na máxima a 146.234,55 pontos, e mínima aos 145.227,25 pontos (-0,05%), praticamente o mesmo nível da abertura. Vale cedia 1,41%. Petrobras subia entre 1,14% (PN) e 1,59% (ON), com variação zero. Ações de grandes bancos também avançavam.

Já Braskem PNA cedia 9,10%, puxando o grupo das maiores quedas. A Braskem anunciou nesta sexta que contratou assessores financeiro e jurídicos para auxiliar a companhia na elaboração de um diagnóstico de alternativas econômico financeiras para otimizar a sua estrutura de capital.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline