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Varejo deve faturar recorde de R$ 3,57 bi em vendas para a Páscoa, diz CNC

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O varejo brasileiro deve faturar um recorde de R$ 3,57 bilhões em vendas para a Páscoa deste ano, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmado, o volume vendido será 2,5% maior que o do ano passado, já descontada a inflação do período.

"Apesar da expectativa de crescimento do volume de vendas em comparação aos anos anteriores, as importações de chocolate e de bacalhau, duas categorias alimentícias tradicionais da data, foram menores neste ano. A alta do cacau, por exemplo, elevou os preços em até 37% no exterior. Assim, há tendência de que produtos locais ganhem espaço na escolha do consumidor", ponderou a entidade, em nota.

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O estudo calcula que os bens e serviços típicos da data devem estar 6,2% mais caros no País do que em 2025, o que resultaria num reajuste médio acima da inflação pelo terceiro ano consecutivo.

Segundo a CNC, "o dinamismo do mercado de trabalho e a melhora das condições de consumo têm sustentado o aquecimento da demanda nos últimos anos".

O chocolate deve apresentar um aumento médio de 14,9% no varejo brasileiro, decorrente da valorização do cacau no mercado internacional. Outras pressões expressivas virão do bacalhau (+7,7%) e da alimentação fora do domicílio (+6,9%).

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"A queda de 11% na taxa de câmbio no ano contra ano não foi suficiente para amenizar os preços dos importados, tamanho o encarecimento dos insumos para os produtores desses produtos. Ainda assim, percebemos que o mercado de trabalho aquecido e a desaceleração do nível geral de preços deverão garantir o avanço nas vendas neste ano, alçando o volume de receitas ao maior patamar desde o início da pesquisa, uma vez que esses produtos são menos dependentes das condições de crédito", avaliou Fabio Bentes, economista-chefe da CNC, em nota.

O relatório acrescenta que os preços internacionais do chocolate subiram 37% e do bacalhau aumentaram 19%, fazendo as encomendas desses produtos no mercado externo caírem 27% e 22%, respectivamente, em relação ao ano anterior.

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