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UE eleva projeções de crescimento da zona do euro em 2025, corta de 26 e prevê alta do déficit

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A economia da zona do euro deverá crescer em ritmo mais acelerado do que se imaginava neste ano, ajudada pelas exportações. Mas o ritmo deve ser mais afetado em 2026 pelas tarifas do governo Trump, segundo economistas da União Europeia.

Em relatório de perspectivas econômicas divulgado nesta segunda-feira, 17, a Comissão Europeia, braço executivo da UE, observou que o crescimento econômico superou as expectativas nos primeiros nove meses do ano, com o crescimento do PIB real superando a expansão anual projetada na primavera. Esse desempenho melhor do que o esperado deveu-se inicialmente a um aumento nas exportações antes dos aumentos tarifários previstos.

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A Comissão elevou a previsão para o Produto Interno Bruto da zona do euro de 0,9% para 1,3% este ano, mas reduziu a de 2026, de 1,4% para 1,2%. Em 2027, a expansão foi projetada em 1,4%.

"O crescimento é sustentado por um mercado de trabalho resiliente, inflação decrescente e condições de financiamento favoráveis. Além disso, o apoio político do Mecanismo de Recuperação e Resiliência e de outros fundos da UE está atenuando o efeito de uma política orçamentária mais restritiva em vários Estados-Membros", diz o documento.

As previsões pressupõem que todas as tarifas específicas por país e setor, implementadas ou anunciadas de forma confiável pelo governo dos EUA na data de corte, permanecerão em vigor durante todo o período da previsão.

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Como resultado da resiliência da economia neste ano, a Comissão espera agora que a taxa de inflação da zona do euro fique em 2,1%, mesmo nível do relatório anterior. Para 2026, o prognóstico foi revisado de 1,7% para 1,9%, ante a meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE). A projeção para 2027 é de inflação de 2%.

Em relação ao déficit, a comissão espera aumento na zona euro, de 3,1% do PIB em 2024 para 3,2% em 2025, 3,3% em 2026 e 3,4% em 2027. Esse aumento é impulsionado pelo crescimento dos gastos com defesa.

A relação dívida/PIB da zona do euro deve crescer de 88% para 91% na zona do euro em 2027, impulsionada por déficits primários persistentes e um custo médio de serviço da dívida pública superior ao crescimento nominal do PIB. Diante das dificuldades em realizar reformas, a dívida pública da França deve passar de 116,3% do PIB em 2025, para 118,1% em 2026 e 120% em 2027.

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