Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Trump volta a criticar Suprema Corte dos EUA e diz ter mais poder e força para agir no comércio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar que a decisão da Suprema Corte que derrubou suas tarifas globais acabou ampliando seus poderes para agir na área comercial. Em publicação na Truth Social, o republicano escreveu que a "suprema corte (vou usar letras minúsculas por um tempo, diante da completa falta de respeito!)" lhe deu "muito mais poderes e força" do que tinha antes da decisão, classificada por ele como "ridícula, estúpida e altamente divisiva no cenário internacional".

Segundo o presidente, ele poderá recorrer a licenças para fazer coisas "absolutamente 'terríveis'" contra países estrangeiros, especialmente os que "vêm NOS PASSANDO PARA TRÁS há muitas décadas". Trump criticou o fato de, segundo sua leitura do julgamento, não poder cobrar taxas associadas a essas autorizações. "MAS TODAS AS LICENÇAS COBRAM TAXAS; por que os Estados Unidos não podem fazê-lo? Você concede uma licença para cobrar uma taxa!", escreveu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Trump também afirmou que a Corte "aprovou todas as outras Tarifas, que são muitas", e que elas poderão ser usadas de maneira "muito mais poderosa e irritante, com segurança jurídica", em comparação às medidas baseadas na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), invalidadas por 6 votos a 3.

A decisão da Suprema Corte concluiu que a IEEPA não autoriza o presidente a impor tarifas, reforçando que a Constituição atribui ao Congresso o poder de instituir tributos. O julgamento colocou em xeque mais de US$ 133 bilhões já arrecadados com as medidas.

Na mesma publicação, Trump voltou a criticar o tribunal e mencionou a 14ª Emenda, adotada após a Guerra Civil e que garante cidadania a todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos, além de assegurar igualdade de proteção das leis. Ele afirmou que a emenda foi escrita para proteger os "bebês de escravos" e que isso estaria comprovado pelo "MOMENTO EXATO" de sua elaboração, apresentação e ratificação, que "coincidiu perfeitamente com o FIM DA GUERRA CIVIL". Segundo Trump, a Corte ainda poderá decidir "a favor da China" em temas como cidadania por nascimento, sem dar detalhes. "Deixem que nossa suprema corte continue tomando decisões tão ruins e prejudiciais ao futuro da nossa Nação - eu tenho um trabalho a fazer", concluiu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline