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Trump evita dar prazo final para acordos comerciais e reitera críticas a Powell

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O presidente dos EUA, Donald Trump, evitou cravar um prazo final para o anúncio de acordos com parceiros comerciais sobre as novas políticas tarifárias. Em coletiva de imprensa no período da tarde desta sexta-feira, 27, o republicano afirmou que está no processo de fechar mais acordos e reiterou críticas ao presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, pedindo novos cortes de juros para apoiar a economia e as finanças públicas.

Ao ser questionado, Trump disse que "9 de julho não é uma data final para os acordos" e ressaltou que o governo possui a liberdade de ajustá-la como preferir. "Pode ser depois, mas também pode ser antes. Eu adoraria que fosse antes e somente mandaria cartas para todos dizendo 'você tem que pagar 25%'", afirmou.

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O presidente dos EUA evitou comentar relatos de que a data poderia ser estendida até o Dia do Trabalho dos Estados Unidos, em 1º de setembro.

O republicano destacou que já foram fechados acordos com a China, Reino Unido e outros quatro países, repetindo que espera alcançar um acordo com a Índia em breve. Contudo, ele descartou a possibilidade de fazer acordos com todos os "200 países que entraram em contato".

Trump reiterou que os EUA já receberam "bilhões em tarifas" e que "não há qualquer inflação" no país. "O problema é o cara do Fed", afirmou Trump, em referência a Powell. "Tem um cara do Fed que não entende o que está acontecendo."

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Durante a coletiva, o presidente repetiu diversas vezes críticas a gestão do BC norte-americano e que seria "ótimo" se Powell reduzisse os juros para baratear os custos de empréstimo nos EUA, associando ao dirigente parte da responsabilidade pelo crescimento do déficit fiscal.

"Ele é terrível. Ele poderia reduzir os custos, mas se recusa a fazer isso", disse Trump, mas evitando responder diretamente à pergunta sobre relatos de um possível anúncio antecipado do próximo presidente do Fed.

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