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Tesouro: cenário básico do PAF 2026 considera desaceleração da economia e normalização da Selic

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O cenário básico usado pelo Tesouro Nacional na elaboração do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026 leva em conta uma "desaceleração moderada da economia" doméstica, informou o órgão nesta quarta-feira, 28. "A inflação começa a ceder, favorecida por um câmbio mais apreciado, enquanto a normalização da taxa Selic tem início no começo de 2026, seguindo um ritmo gradual", diz o PAF. "Esse cenário pressupõe o cumprimento da meta fiscal."

Do ponto de vista doméstico, o Tesouro também levou em conta um cenário alternativo adverso, com "maiores dificuldades para o avanço da agenda econômica do governo e para a preservação da disciplina fiscal." Isso levaria a uma desaceleração mais intensa da economia.

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"Por outro lado, no cenário otimista, medidas de controle fiscal avançam, reduzindo a incerteza e a volatilidade dos ativos", diz o relatório. Isso levaria a um câmbio estável ou apreciado e ao cumprimento da meta fiscal, permitindo uma redução da Selic e crescimento mais favorável.

Do ponto de vista externo, o cenário básico considera queda gradual da inflação nos Estados Unidos, com redução mais lenta de juros no curto prazo. Nesse ambiente, a China poderia suavizar sua desaceleração estrutural, segundo o Tesouro.

O cenário alternativo seria de cortes mais agressivos do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) no curto prazo, elevando a percepção de risco e provocando instabilidade nos mercados cambiais, com pressão em emergentes. A China sofreria com o choque no comércio exterior.

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"A condução da política monetária pelo Fed e o desempenho da economia chinesa são fatores-chave na diferenciação dos cenários", diz o Tesouro, destacando que ainda há a percepção de que a economia global continuará lidando com um choque tarifário relevante em 2026.

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