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Tensão permanente de Trump com UE ajuda acordo Mercosul-UE, diz presidente da Apex

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O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Jorge Viana, disse, nesta quinta-feira, 22, que a tensão permanente entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a Europa ajuda o acordo entre Mercosul e União Europeia (UE). A declaração foi realizada entrevista na sede do órgão.

"O presidente dos Estados Unidos está ajudando muito nisso, porque ele tensiona muito com a Europa, o tempo inteiro. E, óbvio, que a Europa vai ter que remodelar sua geopolítica econômica", afirmou ele.

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Segundo Viana, o ambiente está favorável para acelerar acordo Mercosul-UE e que o governo precisa trabalhar a imagem do Brasil na opinião pública da Europa.

Ainda assim, ele diz que uma solução será encontrada ainda em 2026 para viabilizar o acordo, que foi judicializado pela Comissão Europeia. "Vamos encontrar a solução, sou bem otimista, e eu acho que ainda é em 2026. Vamos trabalhar para isso, aqui e lá", afirmou.

Ele declarou ainda que 47% do comércio Brasil-UE é indústria da transformação e 23% é agropecuária. Nesse contexto, o presidente da Apex disse querer levar missão do Parlamento brasileiro à UE. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), já teria topado com essa missão.

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Para Viana, a estratégia é aprovar acordo Mercosul-UE o quanto antes nos Parlamentos do Mercosul para depois ir até lá com argumentos para acelerar a aprovação dos europeus. Com o acordo aprovado no Brasil, Viana estima que a missão parlamentar à Europa ocorra, no máximo, até março deste ano.

Movimento legítimo do Parlamento

Para o presidente da Apex, a judicialização da Comissão Europeia é um movimento legítimo para protelar a vigência do mecanismo. "Judicializar É uma maneira de postergar. É legítimo? Claro que é legítimo. É parte do processo. Mas a gente também pode fazer outro movimento. O que o Brasil pode fazer nessa hora? Apressar a votação. Pedir aos congressistas que votem o acordo no Mercosul", afirmou.

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Segundo ele, é preciso mudar a imagem do agro brasileiro na Europa e, por isso, haverá uma campanha educativa/publicitária: "Nós vamos ter que fazer isso de imagem. Imagem do agro, dos produtos, mas nós vamos fazer uma campanha quase como educativa sobre o Brasil."

Para Viana, os pequenos produtores brasileiros também se beneficiarão do acordo com a União Europeia, como no mercado de mel, por conta de haver mercados complementares e produtos sem concorrência direta na Europa.

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