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Tensão geopolítica aumenta cautela e pressiona Ibovespa, que recua mais de 1%

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O Ibovespa cai nesta manhã de terça-feira, 7, em sintonia com o movimento dos índices acionários no Ocidente, na reta final do prazo para que o Irã chegue a um acordo de cessar-fogo no conflito com os Estados Unidos. Neste ambiente de cautela, o petróleo avança, o que estimula as ações da Petrobras, limitando o recuo do principal indicador da B3. Além disso, o papel da Vale sobe, a despeito do declínio de 0,44% do minério de ferro em Dalian, na China.

A espera por uma negociação de paz sobre os conflitos no Oriente Médio se dá em meio à escalada dos ataques e das ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, ao país persa. Com a agenda esvaziada de indicadores, o foco fica totalmente nos desdobramentos da guerra e nos efeitos que podem gerar à economia global.

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No Brasil, investidores monitoram a reunião do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Luiz Marinho (Trabalho), Esther Dweck (Gestão), Bruno Moretti (MPO) e Dario Durigan (Fazenda) para discutir o endividamento das famílias no Palácio do Planalto.

No exterior, ontem, Trump voltou a estabelecer a noite desta terça-feira (21h de Brasília) como data-limite para que o país persa aceite um acordo de trégua que preveja a reabertura do Estreito de Ormuz. A rota é importante via marítima por onde escoa um quinto da produção mundial de petróleo.

Hoje, o republicano intensificou ainda mais o tom das ameaças contra o Irã ao afirmar que "uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser trazida de volta". Segundo ele, a noite de hoje será um dos momentos mais importantes da história do mundo. Já o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que a guerra no Irã será concluída muito em breve.

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"As falas foram pesadas. O recuo do Irã não aconteceu até agora. Acho que o país persa vai pagar para ver. Isso deixa o mercado tenso", diz o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

Após abrir em 188.162,35 pontos, o Ibovespa logo perdeu este nível e desceu mais um pouco, para a casa dos 186 mil pontos, em meio à intensificação da queda das bolsas de Nova York. A desvalorização ocorria apesar da virada para cima nas ações da Petrobras e aceleração na alta dos papéis da Vale.

Os investidores ainda continuam digerindo o novo pacote de medidas do governo federal para tentar conter o aumento do diesel e do gás de cozinha (GLP), por meio da criação de subvenção extra sobre os preços. Para o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a medida é necessária devido à falta de autossuficiência do Brasil na produção desses combustíveis.

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Nesta manhã, o petróleo sobe a US$ 110,68 (Brent) e em torno de US$ 116 (WTI) o barril. Em estudo, o Itaú Unibanco avalia que o bloqueio do Estreito de Ormuz, gerou a maior disrupção de fornecimento da história. De acordo com o banco, apesar da existência de amortecedores, como algum redirecionamento da produção do petróleo da região por outros canais, se não houver normalização, estima que a commodity poderia alcançar até 180 USD o barril em três meses.

Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,06%, aos 188.161,97 pontos.

Às 10h47 desta terça-feira, o Ibovespa caía 1,09%%, na mínima aos 186.113,51 pontos, após máxima aos 188.170,92 pontos. Com a alta do petróleo, as ações da Petrobras subiam entre 0,45% (PN) e 0,67%). Vale avançava 0,11%. Já ações de bancos tinham recuos de mais de 1,5%. De 83 ações, só seis avançavam.

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