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Taxa de desemprego no trimestre até junho cai ao menor nível da série histórica

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A taxa de desocupação no Brasil para o trimestre de abril a junho de 2025, foi de 5,8%, a menor taxa já registrada na série histórica, iniciada em 2012. A taxa, que representou uma redução de 1,2 ponto porcentual (p.p) em relação ao trimestre anterior, atende a um padrão sazonal, mas também está relacionada ao crescimento sustentável da população ocupada, explica Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"O crescimento sustentável da população ocupada, tanto via trabalhadores formais quanto informais, tem se mostrado capaz de se superar a cada trimestre", disse durante coletiva.

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A queda do indicador foi de 1,1 p.p frente ao mesmo trimestre do ano anterior (6,9%). A especialista explica que, historicamente, no primeiro trimestre, há uma expansão do indicador da desocupação pela dispensa de trabalhadores temporários e à medida que o ano avança, a taxa, de fato, tende a retrair pela criação de mais ocupação em diversas atividades.

Dos dez grupamentos de atividade investigados pela Pnad Contínua, apenas Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais registrou crescimento na ocupação frente ao trimestre móvel anterior (janeiro a março de 2025). "Os serviços de Administração Pública incorporam a sazonalidade do serviços de educação pública, que contribuíram muito significativamente para a expansão dada a entrada de concursados em substituição ou complementaridade a trabalhadores temporários."

O número de empregados no setor público (12,8 milhões), expandindo-se tanto no trimestre (5,0%) quanto no ano (3,4%), estabeleceu recorde da série histórica da pesquisa.

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Apesar dos demais grupamentos não apresentaram variação significativa, a Indústria reverteu a tendência de queda apresentada no trimestre anterior.

A indústria geral aumentou seu contingente de trabalhadores em 4,9%, ou mais 615 mil pessoas.

Os resultados já incorporam a série histórica reponderada de acordo com os novos dados populacionais, obtidos através do Censo Demográfico de 2022.

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