Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Superendividamento cresce no País devido a crédito fácil e falta de educação financeira, diz BC

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Banco Central classificou o superendividamento como um problema crescente no Brasil em relatório publicado nesta segunda-feira, 13. Para a autoridade monetária, a facilidade de acesso ao crédito, sem uma oferta responsável e adequada ao perfil do cliente por parte das instituições, sem a devida proteção ao consumidor e sem a devida educação financeira, leva muitos brasileiros a contrair dívidas que não conseguem pagar.

"O cartão de crédito é frequentemente apontado como um dos principais vilões do superendividamento devido às altas taxas de juros e à facilidade de uso, que muitas vezes leva ao consumo desenfreado", emenda o BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As avaliações constam no Relatório de Cidadania Financeira de 2025.

O documento menciona, com base em dados da Serasa Experian, que em dezembro de 2024 havia mais de 73 milhões de brasileiros com dívidas negativadas. Entre elas, as dívidas com o cartão de crédito representavam 27,4% e as demais dívidas financeiras cerca de 18% do total.

Com base em dados do Sistema de Informações de Créditos (SCR), o relatório também destaca que, no fim de 2024, cerca de 130 milhões de pessoas tinham exposição ao crédito no País, com 117 milhões de pessoas com carteira ativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o relatório, o acesso ao crédito é mensurado a partir da contagem de pessoas que possuem limite disponível em alguma instituição financeira, ou seja, ainda que não esteja sendo usado, todas essas pessoas possuem um acesso garantido a um produto de crédito. Já o uso do crédito é mensurado pelo saldo positivo em alguma das modalidades de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN), seja empréstimos, financiamentos, cartões ou cheque especial.

O documento ressalta que ambos os números apresentaram aumento nos últimos anos. Entre as pessoas com relacionamento bancário, o conjunto de pessoas com limite de crédito passou de 61% para 74% entre 2020 e 2024. No mesmo intervalo, o porcentual de pessoas com carteira ativa de crédito subiu de 54% para 67%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV