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Sindigás teme alta do GLP após Petrobras programar leilão para o dia 27

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A Petrobras já entregou ao mercado os volumes de gasolina que seriam ofertados em leilão e foram suspensos após atingirem ágios elevados. Mas, segundo o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), Sérgio Bandeira de Mello, a estatal programou para o próximo dia 27 leilões de GLP, trazendo preocupação ao setor pelo risco de aumento de preço.

Um dia depois do programa Gás do Povo ter atingido 15 milhões de famílias em todos os municípios do País, Bandeira de Mello teme que os leilões da estatal elevem o preço do insumo, assim como ocorreu com os leilões de diesel e a gasolina. Nesse caso, o preço de referência do programa teria que ser reajustado.

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Segundo ele, no mês passado a empresa promoveu um leilão, como faz todos os meses, mas estabeleceu um ágio inicial de R$ 120,00. Agora, informou o executivo, colocaram um ágio de R$ 900,00 por tonelada.

"Não entendemos por que o leilão de GLP não foi suspenso e menos ainda por que o ágio mínimo subiu para estes patamares. O Impacto sobre os custos e preços será imediato", explicou o executivo.

Segundo ele, se o leilão for para frente, a expectativa é que o botijão de GLP de 13 quilos, o gás de cozinha, suba pelo menos R$ 11 em algumas regiões.

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Atualmente, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos era de R$ 109,91. "Quando fizeram isto, no passado, o ágio real chegou a 100% em algumas localidades", informou.

De acordo com o Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), a defasagem do preço médio do GLP brasileiro em relação ao mercado internacional era de 0,52% no fechamento da segunda-feira.

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