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Proporção das IFs que veem risco fiscal como mais importante sobe de 30% a 38%, mostra BC

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A proporção de instituições financeiras que vê a política fiscal como principal risco à estabilidade financeira aumentou de 30% em maio para 38% em agosto, segundo a Pesquisa de Estabilidade Financeira (PEF) do Banco Central. Este passou a ser o maior risco, já que as menções ao cenário internacional caíram de 39% para 30% no período. As citações sobre inadimplência e atividade passaram de 12% para 16%.

"Continua a percepção de que os riscos principais vêm de três frentes: cenário internacional (incertezas quanto aos efeitos das medidas tarifárias dos EUA), fiscal (sustentabilidade da dívida pública e impactos da política fiscal na política monetária) e inadimplência e atividade (preocupação com a demanda externa e alto endividamento em um ambiente de taxas de juros elevadas)", diz o BC, no relatório da PEF.

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Os riscos operacionais e o nível da taxa de juros doméstica, a Selic, oscilaram de 2% para 3%. Segundo a autarquia, as menções a riscos cibernéticos advindos da digitalização do sistema financeiro têm ganhado relevância. As menções aos demais riscos, por sua vez, caíram de 15% para 10% no mesmo período de tempo.

O índice de confiança no Sistema Financeiro Nacional (SFN) caiu de 75,0 para 74,45 pontos, mas permanece elevado, segundo o BC. Para 90% dos respondentes, o Adicional Contracíclico de Capital Principal do Brasil (ACCPBrasil) será mantido em zero, e deveria ser mantido em zero.

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