Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Projeção de despesas com Previdência sobe para R$ 1,123 tri, dizem Fazenda e Planejamento

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O primeiro Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas de 2026, relativo ao 1º bimestre, divulgado nesta terça-feira, 24, pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento, traz revisões em expectativas de receitas e nas projeções de gastos até o fim deste ano em relação à Lei Orçamentária Anual (LOA).

A previsão de gastos com benefícios previdenciários em 2026 subiu R$ 1,6 bilhão, de R$ 1,122 trilhão, na LOA, para R$ 1,123 trilhão neste documento. A projeção para os pagamentos de pessoal e encargos sociais também subiu, em R$ 700 milhões, passando de R$ 456,9 bilhões para R$ 457,6 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Já os valores estimados para o pagamento de precatórios e sentenças judiciais se manteve em R$ 45,3 bilhões.

Pelo lado da arrecadação, o maior destaque é a projeção para receitas com royalties neste ano, que subiu R$ 16,7 bilhões, indo de R$ 160,4 bilhões para R$ 177,1 bilhões.

O relatório também mostra que a estimativa para as receitas com dividendos de estatais teve alta de R$ 500 milhões, passando de R$ 54,1 bilhões para R$ 54,6 bilhões. Já as receitas previstas com concessões caíram, de R$ 6,9 bilhões para R$ 6,5 bilhões, uma queda de R$ 400 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outras previsões

No mesmo relatório, os ministérios do Planejamento e da Fazenda aumentaram a projeção para a taxa Selic acumulada em 2026, para 13,53%. Na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, a projeção era de que a Selic encerraria 2026 em 13,11%.

Na sua mais recente reunião, de 18 de março, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto porcentual, de 15% para 14,75% ao ano. Na ata divulgada nesta terça-feira, o colegiado reforçou que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros poderão incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo, diante do "forte aumento da incerteza".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A projeção para o câmbio médio deste ano diminuiu de R$ 5,76 para R$ 5,32. A previsão para a alta da massa salarial nominal oscilou de 10,51% para 10,32%. Já a estimativa para o preço médio do barril de petróleo no mercado internacional subiu de US$ 64,93 para US$ 73,09.

Tanto a previsão para o IPCA acumulado quanto para o INPC acumulado subiram no relatório relativo ao 1º bimestre. Previsto em 3,60% na LOA, a estimativa para o IPCA passou para 3,74%, no documento divulgado nesta terça. Já o INPC acumulado subiu de 3,28% para 3,76%.

No último dia 13, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda atualizou nesta sexta-feira, 13, a grade de março de parâmetros para este ano e as estimativas preliminares de impactos do conflito no Oriente Médio na economia brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pasta manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 em 2,3%. A previsão para o IPCA foi elevada de 3,6% na grade de fevereiro para 3,7% em março, abaixo do teto da meta de 4,5%.

A estimativa para a inflação medida pelo INPC, que é usado para corrigir o salário mínimo, passou de 3,7% para 3,8%, já considerando nesses cálculos o menor peso da gasolina nesse índice.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV