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Produção da Rio Tinto de cobre sobe acima do previsto em 2025; embarque de minério de ferro cai

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A Rio Tinto informou que elevou em 11% sua produção de cobre em 2025, superando o topo do guidance, enquanto os embarques de minério de ferro a partir da região australiana de Pilbara recuaram levemente no acumulado do ano, apesar de um desempenho recorde no quarto trimestre.

A produção equivalente de cobre - quantidade total de cobre puro ou refinado obtida de diversas fontes e operações de mineração, mesmo que venham de minérios diferentes ou subprodutos - cresceu 8% em relação a 2024, com avanço de 5% nos embarques.

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Segundo a mineradora, a produção anual de cobre somou 883 mil toneladas, acima da faixa estimada de 860 mil a 875 mil toneladas. No quarto trimestre, o volume produzido alcançou 240 mil toneladas, alta de 5% na comparação anual. O resultado foi impulsionado principalmente pela expansão subterrânea da mina de Oyu Tolgoi, na Mongólia, que elevou a oferta do metal em um momento de preços elevados, sustentados por demanda firme e interrupções de oferta.

No minério de ferro, a companhia afirmou que as operações em Pilbara se recuperaram após impactos de ciclones no início de 2025. A produção no quarto trimestre avançou 4% em relação a um ano antes, enquanto os embarques cresceram 7%, ambos em níveis recordes para o período. No ano, entretanto, os embarques totalizaram 326,2 milhões de toneladas, queda de 1% ante 2024, ficando na parte inferior do intervalo projetado anteriormente.

O presidente-executivo da Rio Tinto, Simon Trott, destacou que a recuperação após eventos climáticos extremos permitiu atingir marcas históricas no fim do ano e reforçou a execução operacional da companhia. Ele afirmou que a empresa continua a investir em metais como cobre e lítio para reduzir a dependência do minério de ferro, apostando no aumento da demanda associado à eletrificação, aos veículos elétricos e às energias renováveis.

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A mineradora também avaliou que a economia global permanece resiliente, apesar de choques persistentes, com pressões inflacionárias em desaceleração e desempenho robusto da economia americana ao longo do período.

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