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Premiê do Japão evita comentar juros e câmbio, enquanto reforça proximidade com Ueda, do BoJ

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A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou nesta quarta-feira, 18, que o governo seguirá trabalhando de forma próxima ao presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Kazuo Ueda, mas evitou comentar especulações sobre juros e movimentos recentes dos mercados. Questionada sobre a possibilidade de o BoJ elevar a taxa básica já em abril durante coletiva de imprensa, Takaichi disse que, nas reuniões com Ueda, troca opiniões sobre a situação econômica e financeira de forma ampla, mas preferiu não detalhar o teor das conversas.

Ela afirmou levará em conta o quadro financeiro, e ressaltou que governo e banco central manterão relação "muito próxima".

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A premiê também evitou comentar oscilações recentes de ativos. Segundo ela, como primeira-ministra, não fará comentários específicos sobre movimentos diários de mercado, inclusive os de câmbio. Ainda assim, destacou que o governo está "monitorando os mercados de perto".

Takaichi reafirmou o compromisso com a confiança dos investidores nas finanças públicas. "Não houve alteração na posição de buscar a confiança do mercado nas finanças do Japão, alcançando a sustentabilidade fiscal e reduzindo de forma estável a relação dívida/PIB", disse.

Ela acrescentou que a diretriz é conduzir uma política fiscal responsável e proativa, combinando estímulos ao investimento doméstico com disciplina orçamentária.

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A premiê argumentou que, sem uma economia forte, o país não conseguirá assegurar serviços públicos e estabilidade social. Por isso, defendeu a cooperação entre setores público e privado para elevar o investimento interno, ao mesmo tempo em que o governo trabalha para reduzir a dependência de emissões adicionais de títulos e melhorar o resultado primário nos próximos anos.

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