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Preços de automóveis usados sobem 2,16% no 1º trimestre, maior alta em 4 anos, mostra IBV Auto

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O IBV Auto, índice do banco BV que acompanha a variação dos preços de automóveis leves usados no Brasil, acelerou a alta a 0,71% em março após avançar 0,55% em fevereiro. Em janeiro, o indicador havia subido 0,90%. Com os dados, o IBV Auto terminou o primeiro trimestre com crescimento de 2,16%. Segundo o BV, é a taxa mais alta em quatro anos.

"O IBV Auto encerrou o primeiro trimestre com o maior percentual desde 2022, confirmando o aquecimento do mercado de usados", afirma o vice-presidente de Varejo do banco BV, Jamil Ganan.

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Segundo ele, mesmo com a Selic em nível elevado, a demanda segue firme em um cenário de renda e crédito resilientes, sustentada pelo preço mais baixo dos usados em relação a veículos novos e pela ampla oferta de modelos, marcas e faixas de preços.

Efeito Base

Outra influência de alta do IBV Auto no primeiro trimestre é a base de comparação com os três primeiros meses de 2025, quando subiu 0,28%, diz o economista-chefe do BV, Roberto Padovani. Na prática, diz, o indicador aponta para um mercado aquecido, ainda que impulsionado por esse efeito de base. Padovani estima continuidade na tendência de alta do índice no acumulado em 12 meses, mas em ritmo menor.

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No acumulado de 12 meses até março, o índice acumula valorização de 7,33%, superando a inflação oficial. A ser divulgado na sexta-feira, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do terceiro mês de 2026 deve acelerar na margem e no acumulado de 12 meses, que pode se aproximar de 4%.

Região

Regionalmente, o Nordeste teve a maior valorização trimestral, de 2,30%, seguido por Sudeste (2,17%), Sul (2,03%), Centro-Oeste (1,83%) e Norte (1,46%). No recorte por Estados, as maiores altas no trimestre foram registradas em Pernambuco (3,56%), Rio Grande do Sul (2,67%) e Minas Gerais (2,66%). As menores variações ficaram com Tocantins (1,13%), Goiás (1,11%) e Espírito Santo (0,96%).

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Em março, o Sudeste liderou a variação mensal, com alta de 0,78% frente a fevereiro, com destaque para São Paulo, onde o índice avançou 0,97%, acima da média regional e nacional. No Nordeste, o avanço foi de 0,72%, puxado principalmente por Pernambuco (1,43%).

Já entre as quedas em março aparecem Tocantins (-0,38%) e Goiás (-0,35%). Já no acumulado de 12 meses, os maiores avanços foram observados em Pernambuco (8,02%), Minas Gerais (7,75%) e Rio de Janeiro (7,75%).

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