Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Petróleo WTI fecha em queda e encerra ano com maior baixa porcentual desde 2020

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O petróleo fechou em queda nesta quarta-feira, 31, na última sessão do ano, sem que preocupações com o quadro geopolítico ofusquem o desmantelamento dos cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), juntamente com o aumento da produção de países não pertencentes ao bloco. O mercado aguarda desdobramentos da reunião de integrantes do bloco em 4 de janeiro.

O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em queda de 0,91% (US$ 0,53), a US$ 57,42 o barril. Já o Brent para março, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), teve baixa de 0,78% (US$ 0,48), a US$ 60,85 o barril. No mês, o WTI cedeu cerca de 1,4% e o Brent recuou perto de 3,2%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em 2025, o contrato mais líquido do WTI caiu 19,9%, maior declínio porcentual desde 2020. No trimestre, o contrato mais líquido cedeu US$ 4,95 ou 7,94%, maior queda líquida e porcentual desde o segundo trimestre de 2025, segundo a Dow Jones Data. O Brent cedeu cerca de 14,3% no ano.

Dados divulgados hoje mostraram que os estoques de petróleo nos Estados Unidos caíram, em contraste com expectativa dos analistas de avanço. Os estoques de gasolina e destilados aumentaram acima do esperado.

Em meio às negociações para um cessar-fogo no Leste Europeu, hoje a Rússia lançou um ataque noturno de drones que atingiu edifícios residenciais e a rede elétrica de Odesa, no sul da Ucrânia, disseram autoridades nesta quarta-feira. A ofensiva aconteceu com acusações russas de uma suposta tentativa de Kiev em atacar a casa residencial de Vladimir Putin. Maiores tensões geopolíticas costumam fazer os preços do petróleo subirem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da questão entre Rússia e Ucrânia, incertezas sobre a relação entre os EUA e a Venezuela persistem, o que também limita o recuo do petróleo. Por outro lado, se mantêm no radar as expectativas dos resultados da reunião da Opep+ que, segundo a Bloomberg, deve manter a pausa na produção do óleo diante de preocupações de excesso de oferta.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline