Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em queda com Fed mesmo com risco de sanções à Rússia e baixa de estoque

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O petróleo fechou em queda nesta quarta-feira, 17, devolvendo parte dos ganhos após três sessões consecutivas de alta. Investidores de energia acompanharam a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e a queda acentuada nos estoques dos Estados Unidos, além de iminentes sanções da União Europeia (UE) contra a Rússia.

O petróleo WTI para outubro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), registrou baixa de 0,73% (US$ 0,47), a US$ 64,05 o barril, enquanto o Brent para novembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), cedeu 0,76% (US$ 0,52), a US$ 67,95 o barril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O dólar reagiu com volatilidade ante os principais pares no exterior na sequência da decisão do Fed, após subir mais cedo pressionando o petróleo e outras commodities durante a maior parte da sessão. Os preços do óleo chegaram a rondar a estabilidade, em reação à queda inesperada de 9,285 milhões de barris nos estoques dos EUA na semana passada.

Analistas observam que os riscos de oferta relacionados ao possível aumento de sanções do Ocidente contra a Rússia falharam em manter impulso sustentado para os preços do petróleo. Na terça à tarde, a presidente da Comissão Europeia, braço executivo da UE, Ursula von der Leyen, anunciou que apresentará o 19º pacote de sanções em breve, visando criptomoedas, bancos e energia russa, mas sem detalhar um prazo.

O Rabobank observa que acelerar a independência da Europa da energia oferecida pela Rússia terá um impacto mais significativo sobre os preços do gás natural do que sobre os preços do petróleo, tendo em vista a "disponibilidade limitada de fontes alternativas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relatório, o Bank of America (BofA) avalia que o mercado global de petróleo terá um superávit de oferta em 2025, conforme o crescimento da produção supere o ritmo da demanda. O banco americano projeta que os preços do Brent devem ficar em uma média de US$ 67 o barril neste ano, enquanto os do WTI devem atingir US$ 64 o barril, antes de subirem para US$ 70 o barril e US$ 66 o barril em 2026, respectivamente.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline