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Petróleo fecha em alta, com temores sobre oferta russa e estoques

No radar, segundo o Morgan Stanley, investidores estão avaliando a perspectiva de tarifas pelo presidente dos EUA, Donald Trump

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Petróleo fecha em alta, com temores sobre oferta russa e estoques
Autor Foto: Reprodução/pixabay

Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta quinta-feira, 20, com preocupações de oferta após mais um ataque ucraniano contra infraestruturas de energia da Rússia e a divulgação dos estoques nos EUA pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). A commodity também é apoiada pelo enfraquecimento do dólar no exterior.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em alta de 0,52% (US$ 0,38), a US$ 72,48 o barril, enquanto o Brent para mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,57% (US$ 0,44), a US$ 76,48 o barril.

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A Ucrânia tem aumentado seus ataques a infraestruturas energéticas na Rússia, visando refinarias de petróleo e depósitos de combustível. Recentemente, drones ucranianos atingiram a refinaria de Ryazan, causando incêndios e danos significativos, segundo a Bloomberg.

Tanto o WTI quanto o Brent foram impulsionados pelas interrupções nos fluxos de petróleo russo e pela possibilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) adiar ainda mais seus planos de aumento de produção, de acordo com analistas do MUFG.

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"Enquanto isso, é improvável que qualquer acordo de paz leve a um aumento nos fluxos de petróleo pelo Kremlin, devido aos limites impostos pelas cotas de produção da Opep+", diz o MUFG.

A commodity também foi impulsionada na sessão pelos dados de estoques nos EUA. Ainda que os estoques de petróleo bruto tenham aumentado acima das expectativas, houve maior queda do que o esperado nos níveis de destilados, enquanto o recuo nos patamares estocados de gasolina contrastou com previsão de estabilidade.

No radar, segundo o Morgan Stanley, investidores estão avaliando a perspectiva de tarifas pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

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"Tarifas e contra-tarifas têm o potencial de pesar sobre a parte da economia global intensiva em petróleo, em particular, criando incerteza sobre a demanda", afirma o banco.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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