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Petróleo fecha em alta com aproximação de prazo de Trump e ausência de acordo com Irã

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Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, 27, com a ausência de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã elevando os prêmios de risco. Enquanto as tratativas em Genebra não encaminham uma solução diplomática, o prazo dado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para algum tipo de acerto se aproxima. Na ausência de acordo, o republicano sugeriu algum tipo de ação, o que eleva as perspectivas de uma escalada militar dentro dos próximos dias.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em alta de 2,77% (US$ 1,81), a US$ 67,02.

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Já o Brent para maio avançou 2,86% (US$ 2,03), a US$ 72,87 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

Na semana WTI e Brent ganharam 0,81% e 2,2%, respectivamente.

A alta reflete o temor de conflito, que pode comprometer o Estreito de Ormuz, rota de um quarto do petróleo mundial. Segundo Bruno Cordeiro, especialista em Inteligência de Mercado da StoneX, o prêmio de risco voltou a crescer depois de a commodity devolver parte dos ganhos da quinta-feira.

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No dia 19, Trump advertiu que, sem acerto em "10 a 15 dias", "coisas ruins" aconteceriam, frase que ampliou os temores de uma escalada militar.

Trump afirmou nesta sexta que ainda não tomou uma decisão, mas indicou que a opção militar permanece sobre a mesa. Questionado se poderia usar força, respondeu: "eu não quero, mas às vezes é preciso". Ao ser perguntado se eventuais ataques poderiam levar a um conflito mais amplo, Trump disse que "sempre há risco". Ele reiterou, ainda, que o Irã "não pode ter arma nuclear".

O Departamento de Estado dos EUA ordenou a retirada de funcionários não essenciais e suas famílias da Embaixada dos EUA em Bagdá, no Iraque, e no Kuwait.

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O mercado também mantém no radar a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), prevista para domingo, em busca de indicações sobre os próximos passos da política de produção. O número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA caiu 2 na semana, a 407, de acordo com informações da Baker Hughes.

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