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Petróleo em queda, com correção após avanço e fortalecimento do dólar

O contrato mais líquido subiu quase 3,4% esta semana, o maior ganho semanal desde fevereiro

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Petróleo em queda, com correção após avanço e fortalecimento do dólar
Autor Petróleo recebe baixa - Foto: Reprodução/Pixabay

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda na sessão desta sexta-feira, 20, depois de oscilar entre altas e baixas, como sinal de correção após o avanço de 1% na quinta-feira. O mercado também observa o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e as perspectivas para a economia mundial nos próximos meses.

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Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para novembro fechou em queda de 0,22% (US$ 0,16), a US$ 71,00 o barril, enquanto o Brent para novembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), fechou em queda de 0,52% (US$ 0,39), a US$ 74,49 o barril.

O petróleo terminou sessão em queda em meio ao dólar mais forte no exterior, o que tende a impor pressão sobre a commodity, tornando-a mais cara, principalmente em relação às moedas do G10 - e menos atrativa.

As tensões continuaram a escalar no Oriente Médio nesta sexta-feira, após Israel lançar um ataque em Beirute, capital do Líbano, e deixar pelo menos nove mortos e 50 feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês. Também nesta sexta, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou a lei "Royalty Resiliency Act", que altera a Lei Federal de Gestão de Royalties de petróleo e gás de 1982 para melhorar a gestão de arrendamentos de ambas as commodities.

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No período da madrugada, Banco do Povo da China (PBoC) manteve suas principais juros inalterados, frustrando traders que apostavam em estímulos para impulsionar a segunda maior economia global.

O WTI está se consolidando em uma faixa estreita próxima dos US$ 70 o barril depois de avançar 1,8% na quinta-feira. O contrato mais líquido subiu quase 3,4% esta semana, o maior ganho semanal desde fevereiro, aparentemente devido aos temores de um conflito cada vez maior no Oriente Médio e à esperança de que a política de flexibilização do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e de outros bancos centrais fortaleça a demanda em breve. O Brent subiu mais de 4% em uma semana.

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