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Petrobras reafirma política de preços em meio à mobilização dos caminhoneiros

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A Petrobras informou na noite desta terça-feira, 17, que segue "comprometida com uma atuação responsável, equilibrada e transparente" e que tem como "pilar fundamental não repassar automaticamente a volatilidade dos preços internacionais" ao mercado doméstico.

Segundo a companhia, o reajuste recente do diesel "está em consonância" com tal estratégia e a "estrutura de formação de preços continua sólida e funcionando". A manifestação da estatal foi divulgada no Linkedin, em meio à mobilização dos caminhoneiros por uma greve em protesto contra o aumento do preço do óleo diesel.

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No dia 14, a Petrobras reajustou os preços de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,38 por litro. A empresa destacou que o último ajuste havia sido uma redução, em maio de 2025, e que o último aumento havia ocorrido em fevereiro do ano passado.

A estatal informou ainda que, mesmo após o aumento, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período.

No comunicado, a Petrobras afirmou também que o impacto do reajuste ao consumidor final foi mitigado porque o governo zerou as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre o diesel.

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A companhia disse ainda que o Conselho de Administração aprovou a adesão ao programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, que prevê o pagamento de R$ 0,32 por litro às empresas beneficiárias. A assinatura do termo de adesão ficará condicionada, no entanto, à publicação e à análise de instrumentos regulatórios pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Para a Petrobras, a elevação do preço do diesel combinada com a adesão à subvenção econômica resultará em um aumento potencial do valor recebido pela companhia de R$ 0,70 por litro, sem que o valor seja transferido ao consumidor na mesma proporção.

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