Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ouro renova recorde pela 2ª sessão consecutiva com expectativa por cortes do Fed

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ouro fechou em alta nesta quarta-feira, 3, renovando recordes pela segunda sessão consecutiva, diante da expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) e demanda por segurança em um ambiente global incerto. O metal precioso se beneficia ainda da fraqueza do dólar no exterior, o que também tende a baratear a aquisição da commodity para detentores de outras divisas.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro com vencimento em dezembro encerrou em alta a 1,21%, a US$ 3.635,50 por onça-troy, renovando maior nível histórico de fechamento, além de recorde de máxima a US$ 3.636,80 a onça-troy. Já a prata para dezembro teve ganho de 1,13%, a US$ 42,06 a onça-troy, renovando maior nível em 14 anos a US$ 42,29 a onça-troy.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O relatório Jolts dos EUA mais fraco que o esperado e comentários de dirigentes do Fed reforçaram a expectativa por cortes de juros do BC americano. Para o analista da FP Markets Aaron Hill, este cenário ampliou o apetite pelo ouro. "O metal precioso está ganhando conforme investidores procuram refúgio em ativos seguros", escreveu Hill. O Swissquote também avalia que a saída de capital de ativos de risco e de títulos está beneficiando alternativas, destacando também os ganhos da prata.

Diretor do Fed, Christopher Waller voltou a defender uma redução nas taxas em setembro e disse ver múltiplas reduções nos próximos meses. Mais cauteloso, o dirigente Raphael Bostic (Atlanta) afirmou que projeta um corte de 25 pontos-base em algum momento até o final do ano. Já Alberto Musalem (St. Louis) argumentou que o BC americano deve adotar uma abordagem "equilibrada" mesmo com os riscos de baixa para o emprego, tendo em vista os múltiplos riscos associados caso ocorra uma falha em cumprir a meta de inflação em 2%.

A TD Securities pondera que o rali nos preços do ouro reflete ainda uma entrada de investidores com "medo de perder" a oportunidade, gerando um aumento na participação de fundos macro. Uma análise do Bank of America (BofA) mostra que o metal precioso foi a classe de ativo com a melhor performance em agosto, com alta de 3,95% ante o mês anterior, em uma comparação com o mercado acionário, de títulos e outras categorias de investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline