Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ouro fecha em queda no dia e na semana com Fed, mas sobe pelo 3º mês consecutivo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ouro fechou a sessão desta sexta-feira, 31, em queda, voltando a ser negociado abaixo do patamar de US$ 4.000. O metal dourado voltou a ser pressionado por declarações cautelosas de dirigentes do Federal Reserve (Fed), mas manteve ganhos dos preços no mês de outubro, que foi marcado por novas máximas históricas do ouro e da prata.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em queda de 0,48%, a US$ 3.996,5 por onça-troy. O metal dourado encerrou a semana em queda de 3,41%, mas, mensalmente, acumulou ganhos de 3,18%. A prata encerrou em baixa de 0,93%, a US$ 48,16 por onça-troy, com queda de 0,87% na semana e ganhos de 3,25% no mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O ouro operava em alta modesta pela manhã, mas inverteu sinal e passou a cair no começo da tarde, conforme o mercado absorvia falas dos dirigentes do Fed Jeffrey Schmid (Kansas), Lorie Logan (Dallas), Raphael Bostic (Atlanta) e Beth Hammack (Cleveland) reforçando o tom mais cauteloso assumido pelo presidente do BC, Jerome Powell, na quarta-feira. Na ocasião, Powell disse que um novo corte de juros em dezembro "não pode ser dado como certo".

O metal dourado registrou queda pela segunda semana consecutiva - a primeira vez com quedas semanais seguidas desde o mês de julho, segundo levantamento da Bannockburn. Para o Commerzbank, as fortes flutuações de preço sugerem que o ouro está em busca de um novo equilíbrio. "Até que isso aconteça, as oscilações bruscas em ambas as direções provavelmente continuarão", afirma.

Apesar disso, o metal acumula altas mensais pelo terceiro mês seguido. A longo prazo, os fundamentos permanecem intactos, afirma a UOB. Os analistas afirmam que a "desdolarização mais volátil e necessidade de diversificação" como alguns desses fatores, enquanto o BMI aponta que as compras altas pelos bancos centrais também deve manter o preço elevado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações de Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline