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Ouro fecha em queda, com retomada de tensões no Oriente Médio e incerteza de negociações

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O ouro fechou em queda nesta segunda-feira, 20, com novas tensões no conflito entre os Estados Unidos e o Irã impondo cautela à sessão. Ambos os países voltaram a endurecer o tom, e Teerã retomou o bloqueio no Estreito de Ormuz.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 1,04%, a US$ 4.828,80 por onça-troy.

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Já a prata para maio recuou 2,20%, a US$ 80,03 a onça.

Os metais preciosos operaram em queda desde o começo do dia, conforme investidores acompanhavam os desdobramentos no Oriente Médio e diminuíam as esperanças para um fim permanente da guerra.

No fim de semana, o Irã voltou a interromper o fluxo de embarcações no Estreito de Ormuz após os EUA manterem o bloqueio aos portos do país. Washington também apreendeu um navio iraniano que circulava na região.

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Relatos divergentes criam dúvidas sobre o futuro do conflito. Segundo a imprensa estadunidense, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que uma extensão do cessar-fogo é "altamente improvável", mas que o vice-presidente norte-americano, JD Vance, está a caminho do Paquistão para novas reuniões com o Irã.

Enquanto isso, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, criticou a postura dos EUA, afirmando que as sinalizações "contraditórias" indicam que o país quer a "rendição do Irã". Ainda assim, o New York Times publicou que uma delegação de Teerã deve ir ao Paquistão para negociações.

Em meio ao cenário, analistas do Saxo Bank afirmam que o ouro e a prata permanecem "altamente sensíveis" aos desdobramentos no Oriente Médio, "dado o impacto indireto sobre o dólar, os rendimentos dos Treasuries e as expectativas de juros nos EUA".

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*Com informações de Dow Jones Newswires

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