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Ouro fecha em queda com guerra no Oriente Médio pressionando inflação

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O ouro fechou em queda nesta segunda-feira, 16, com preocupações de que a inflação decorrente do conflito no Oriente Médio possa manter as taxas de juros elevadas por mais tempo sobrepondo o suporte vindo de dólar mais fraco e da demanda por ativos de refúgio.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em queda de 1,15%, a US$ 4.994,0 por onça-troy.

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Já a prata para março teve queda de 0,80%, a US$ 80,26 por onça-troy.

Para a TD Securities, a elevada correlação do ouro com ativos de risco e o forte movimento conjunto em todo o complexo de commodities sugerem oscilações amplas do mercado.

"Um choque estagflacionário afeta tanto o crescimento quanto a inflação, complicando as implicações para o Federal Reserve (Fed), especialmente considerando o histórico recente de inflação considerada 'transitória'", aponta o banco de investimentos canadense.

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Os traders continuam em busca de direções sobre a economia e a política monetária dos bancos centrais. Com isso, também estão no radar nesta semana os dados do Índice de Preços ao Produtor (PPI, em inglês) dos Estados Unidos, a decisão de política monetária do Fed e comentários do presidente do BC, Jerome Powell.

A expectativa é de que o Fed mantenha os juros inalterados nesta quarta-feira, segundo dados da plataforma CME FedWatch. Dados divulgados desde o último encontro mostraram pouca mudança nas perspectivas econômicas, enquanto dirigentes ainda ponderam o cenário geopolítico.

Nesta segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar por cortes de juros nas taxas americanas e a minimizar o possível tempo de duração da guerra contra o Irã.

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